25/02/2025
Revisado em: 21/03/2025
O enjoo na gravidez é bastante comum e costuma ocorrer devido às mudanças hormonais do organismo.
O enjoo na gravidez é um sintoma bastante frequente e geralmente representa um desconforto temporário. É possível que 80% das gestantes experimentem algum nível de enjoo durante a gravidez.
Embora a causa ainda não seja completamente entendida, sabe-se que as mudanças hormonais desempenham um papel significativo nesse desconforto. Continue a leitura para descobrir quando esse sintoma pode ser um sinal de preocupação e quais fatores aumentam o risco de enjoo.
O aumento da gonadotrofina coriônica humana (hCG) e da progesterona está associado a essa sensação de náusea, pois esses hormônios são produzidos em excesso durante as primeiras semanas de gravidez.
Essas mudanças hormonais são essenciais para o desenvolvimento do embrião e para a manutenção da gravidez. Porém, afetam o sistema digestivo e pode levar a desconfortos, como enjoos e vômitos.
Além disso, fatores como estresse, fadiga e alguns odores podem agravar essas náuseas. Os enjoos vão diminuindo conforme a gestação vai avançando.
Sim, o enjoo na gravidez é normal e faz da experiência gestacional de muitas mulheres.
Além dos enjoos, a azia também é um sintoma frequente que pode acontecer por causa mudanças hormonais e ao aumento da pressão no estômago.
A intensidade e a duração variam para cada gestação, mas a maioria experimenta algum nível de desconforto, que costuma diminuir após o primeiro trimestre.
Apesar de ser uma experiência comum, é importante que as gestantes estejam atentas às anormalidades dos sintomas. Enquanto alguns enjoos são leves, outros podem ser mais intensos e devem ser avaliados por um médico.
Os enjoos na gravidez normalmente começam entre a 6ª e a 8ª semana de gestação. Esse período corresponde com um aumento significativo dos hormônios no organismo.
Apesar de muitas mulheres passarem por essa situação, a intensidade e a duração dos enjoos podem variar. Enquanto algumas sentem náuseas leves, outras podem enfrentar episódios mais severos, que podem interferir nas atividades diárias.
Para a maioria das mulheres, os enjoos tendem a diminuir após o primeiro trimestre, geralmente em torno da 12ª a 14ª semana. Porém, algumas podem continuar a sentir enjoos durante toda a gravidez.
Existem muitas formas de aliviar o enjoo na gravidez, tornando a situação mais confortável para as futuras mamães.
Veja abaixo algumas dicas úteis:
Essas dicas são úteis e auxiliam muito durante o período de náuseas durante a gestação. Entretanto, é válido lembrar que as orientações médicas são essenciais.
O enjoo na gravidez, embora comum, pode se tornar um sinal de alerta em algumas situações. Se as náuseas forem intensas e acompanhadas de vômitos frequentes, isso pode indicar hiperêmese gravídica, uma condição que pode levar à desidratação e à perda de peso.
É fundamental procurar assistência médica se os vômitos forem tão complicados, dificultando a ingestão de alimentos e líquidos, principalmente se houver sinais de desidratação, como boca seca, tonturas ou diminuição da frequência urinária.
Além disso, se o enjoo vier acompanhado de dor abdominal intensa, febre ou outros sintomas preocupantes, é necessário buscar orientação médica imediatamente.
Existem diversos fatores que podem aumentar o risco de enjoos durante a gravidez.
Veja quais são os principais:
Ainda que os enjoos sejam comuns durante a gravidez, existem fatores que podem facilitar que essa condição seja ‘herdada’ pela gestante durante um período.
Alguns alimentos são considerados eficazes na redução dos enjoos durante a gravidez. O gengibre é um dos mais conhecidos, por conta de suas propriedades, seus compostos ajudam a tratar e prevenir náuseas e enjoos. Pode ser consumido em forma de chá, balas ou até mesmo utilizado no preparo das refeições.
Outro alimento que costuma ser benéfico é o limão. Pela sua acidez e aroma refrescante, ele pode ajudar a acalmar o estômago. Ingerir pequenas quantidades de biscoitos salgados ou torradas assim que acordar também pode ser uma estratégia eficaz, pois absorvem o excesso de ácido estomacal.
Além disso, frutas são recomendadas, pois são leves e fáceis de digerir, oferecendo nutrientes importantes. O arroz integral e purê de batata são outras opções, pois são carboidratos que auxiliam a estabilizar o estômago.
O acompanhamento médico durante a gravidez é fundamental para garantir uma gestação saudável tanto para a mãe quanto para o bebê. O obstetra durante o pré-natal pode monitorar a intensidade e a frequência das náuseas, avaliando se elas indicam uma condição mais séria.
Além disso, a gestante pode receber informações sobre nutrição adequada, ajudando a escolher alimentos que aliviam as náuseas e enjoos, garantindo a ingestão de nutrientes necessários.
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