28/02/2025
Revisado em: 29/03/2025
A inseminação artificial é uma técnica de reprodução assistida que auxilia pessoas com infertilidade a engravidar.
A inseminação artificial é uma técnica de reprodução assistida amplamente utilizada para auxiliar pessoas com dificuldades para engravidar. O procedimento consiste na introdução do espermatozoide diretamente no útero da mulher, aumentando as chances de fertilização.
Essa abordagem é menos invasiva e mais acessível do que outras técnicas, como a fertilização in vitro (FIV), sendo indicada para diferentes casos de infertilidade, incluindo alterações no esperma, problemas na ovulação ou mesmo em casais homoafetivos e mulheres que desejam uma produção independente.
Se você deseja entender melhor como funciona a inseminação artificial, quais são suas etapas, indicações e taxas de sucesso, continue a leitura e descubra tudo sobre essa alternativa para realizar o sonho da maternidade ou paternidade.
Conhecida também como inseminação intrauterina, a inseminação artificial é uma técnica de reprodução assistida que auxilia pessoas com infertilidade a engravidar.
Para isso, os espermatozoides são coletados e introduzidos no útero da mulher no período fértil, aumentando as chances de fertilização.
É considerado um tratamento de baixa complexidade e não necessita de procedimentos invasivos.
É indicada para casais ou indivíduos que têm dificuldade em conceber naturalmente. Entre as principais indicações de inseminação artificial, estão:
Em alguns casos, a inseminação artificial não é considerada a melhor opção para auxiliar na gestação. Entre eles, podemos citar:
A inseminação artificial é realizada em quatro etapas:
Nesse instante, espera-se que eles se desloquem em direção ao óvulo capturado pela tuba uterina. O restante do processo segue de forma natural.
O tempo para concluir o processo de inseminação artificial varia de acordo com diversos fatores, como: a resposta do corpo à estimulação hormonal até o momento ideal para a ovulação, a programação para a coleta e preparação dos espermatozoides.
De forma geral, do uso dos hormônios até a inseminação, são cerca de duas a três semanas. O exame de gravidez é realizado após duas semanas do procedimento.
Vale lembrar que, algumas vezes, é preciso realizar múltiplos ciclos de tratamento para alcançar uma gravidez.
Além disso, durante a preparação para a gravidez, o casal (ou pessoas envolvidas no tratamento) realiza diversas consultas, precisa fazer exames de acompanhamento e outros testes, o que pode prolongar o processo completo da inseminação artificial.
As taxas de sucesso da inseminação artificial variam por ciclo de tratamento. Em média, a taxa de sucesso por ciclo varia de 10% a 15%, dependendo de alguns fatores, como:
Não há um limite para a quantidade de inseminações artificiais que podem ser tentadas. Porém, geralmente, os médicos recomendam considerar até três ciclos.
Esse limite costuma se basear em fatores como a idade da mulher, a causa da infertilidade e a resposta ao tratamento.
Vale destacar que, se a inseminação não alcançar a gravidez após os primeiros ciclos, outras técnicas de reprodução assistida, como a fertilização in vitro, podem ser indicadas.
Caso você queira saber mais sobre reprodução assistida e inseminação artificial, não deixe de marcar seu encontro com o ginecologista da Rede América.
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