24/03/2025
Revisado em: 24/03/2025
Conheça quais são os cuidados, alimentação e tratamento de bebês prematuros e saiba como o acompanhamento pré-natal pode auxiliar na saúde da mãe e do bebê.
Dia 17 de novembro é o Dia Mundial da Prematuridade. No Brasil, o Novembro Roxo é uma campanha informativa que busca reduzir os números de partos prematuros e incentivar os cuidados necessários para uma gestação mais segura e tranquila.
O tempo necessário para o desenvolvimento completo varia entre 37 e 42 semanas de gestação. Dessa forma, é considerado um bebê prematuro aquele que nasce antes da 37ª semana de gestação.
As complicações decorrentes da prematuridade variam de acordo com a idade gestacional e incluem:
Sempre faça o pré-natal seguindo as orientações do seu médico e qualquer dúvida, busque ajuda médica especializada.
Recém-nascidos que passaram por um parto prematuro precisam de cuidados intensivos na UTI Neonatal. Neste ambiente, a equipe médica monitora a saúde do bebê, ajudando a regular a temperatura corporal e acompanhando sua evolução.
A Dra. Daniela Peyneau, coordenadora da UTI Neonatal do CHN, explica:
“Bebês que nascem com menos de 28 semanas de gestação são considerados prematuros extremos e podem apresentar perda de peso devido à dificuldade de alimentação e nutrição adequada, além de problemas respiratórios, risco de infecções e de complicações neurológicas. A permanência na UTI serve para controlar os riscos e garantir o bem-estar do neném.".
A melhor forma para prevenir o parto prematuro é o acompanhamento médico durante o pré-natal. Durante nove meses, o profissional irá monitorar a saúde da gestante e do bebê através de exames e, claro, escuta atenta.
O pré-natal deve ser iniciado logo que a gravidez é confirmada e precisa estar atrelado a um estilo de vida saudável que inclua boa alimentação e prática regular de atividades físicas. Outro cuidado muito importante se refere à saúde mental; por isso é importante que as futuras mães evitem situações de estresse e priorize o bem-estar.
As gestações gemelares, assim como mulheres grávidas com mais de 35 anos ou menos de 16 anos estão mais propensas a dar à luz prematuramente.
Outros fatores de risco para o parto prematuro são:
Siga sempre as recomendações durante o pré-natal do seu médico e mantenha seus exames em dia.
“Não há diferença de parto prematuro ou não. Os bebês podem nascer de parto vaginal ou cesariana, de acordo com a avaliação obstétrica.", afirma a Dra. Daniela Peyneau.
A médica comenta que, sempre que possível, o leite materno deve ser priorizado na alimentação do recém-nascido prematuro e, havendo necessidade, também é possível recorrer a fórmulas infantis próprias para prematuros.
A Dra. Daniela Peyneau diz: “Outros cuidados ao prematuro incluem: evitar a perda de calor para manter a temperatura corporal adequada, suporte ventilatório, tratamento de infecções e prevenção de complicações neurológicas.”.
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