31/03/2025
Revisado em: 31/03/2025
Leia mais e tenha informações seguras sobre saúde
Levanta a mão a mulher que está com mais de 45 anos e nunca ficou em dúvida se deveria ou não optar pela terapia hormonal após a chegada da menopausa? Esse é um tema que divide opiniões tanto de pacientes quanto de médicos.
Continue a leitura e descubra o que é a reposição hormonal, para que serve e quais são os benefícios e malefícios desse tratamento.
Para tomar uma decisão, antes de tudo é preciso entender mais sobre o processo de transformação que ocorre no organismo feminino, geralmente entre os 45 e 55 anos.
Estamos falando da menopausa, que é definida como a ausência de menstruação (amenorreia) por período igual ou superior a 12 meses. O climatério é o período da vida da mulher no qual ocorre a falência funcional ovariana, o que reduz a taxa de fertilidade e produção de hormônios sexuais. Após a menopausa, uma mulher não pode engravidar naturalmente.
Apesar de ser uma fase natural, muitas mulheres sentem-se despreparadas para a menopausa. Uma pesquisa revelou que 69% das brasileiras consideram o tema um tabu, indicando a necessidade de mais diálogo e educação sobre o assunto.
O interessante é que esse período geralmente não ocorre de repente. A maioria das mulheres experimenta vários anos de mudanças em seus ciclos menstruais antes que eles parem completamente.
Durante esse período (também chamado de transição da menopausa ou "perimenopausa"), muitas começam a ter sintomas como:
Isso acontece porque durante a transição para a menopausa, a produção de estrogênio pelos ovários diminui em mais de 90%. Essa diminuição da produção de estrogênio ovariano também pode ocasionar um aumento na ansiedade e depressão durante esta transição, especialmente naqueles que já tinham esses sintomas.
Porém, a boa notícia é que existem soluções para que esses sintomas sejam aliviados.
Existem várias opções disponíveis de tratamento para aliviar os sintomas da menopausa, incluindo o estrogênio.
O estrogênio é o hormônio que alivia os sintomas. Mas é importante reforçar que as mulheres com útero também devem tomar progestagênio (um hormônio tipo progesterona) para prevenir o câncer uterino (de endométrio). Isso porque o estrogênio sozinho pode fazer com que o revestimento interno do útero cresça mais do que o normal.
Já as mulheres que fizeram histerectomia, ou seja, não possuem útero, podem ser tratadas com estrogênio isolado.
O estrogênio está disponível em muitas formas diferentes: pode ser um adesivo usado na pele, uma pílula oral ou ainda no formato de cremes e sprays que podem ser colocados sobre a pele ou via vaginal.
Uma das tendências que está sendo muito comentada é a utilização do "estradiol" em vez de estrogênios conjugados.
O estradiol é o estrogênio idêntico ao que faz o ovário ao longo da vida reprodutiva. Mas vale sempre conversar com seu médico para ver a opinião dele sobre o assunto.
A reposição hormonal para mulheres pode trazer diversos benefícios para a saúde e, principalmente, qualidade de vida. Aqui estão os principais:
Embora traga benefícios, a reposição hormonal não é indicada para todas as mulheres. Pode aumentar o risco de trombose, alguns tipos de câncer e problemas cardiovasculares em certos casos.
Antes de iniciar a reposição, o ideal é sempre buscar orientação médica para avaliar se é segura para você.
Se você busca soluções para aliviar os sintomas da menopausa, não se preocupe, porque os médicos da Rede Américas estão prontos para te oferecer o melhor atendimento para você.
POPULARES EM SAÚDE DA MULHER
Os conteúdos mais buscados sobre Saúde da Mulher
Mastologista cuida de quê? Entenda o papel desse especialista
Para além do câncer de mama, ele também atua em casos de complicações de próteses mamárias.
Leia maisNódulo na mama: o que é e quando buscar ajuda médica
Entenda quais são os possíveis tipos de nódulos na mama, como identificá-los e quando procurar por auxílio médico.
Leia maisMamilo invertido: o que é e quando buscar ajuda médica
É de extrema importância que pessoas com mamilo invertido adquirido sejam avaliadas por um mastologista
Leia mais