31/03/2025
Revisado em: 31/03/2025
A pele é o maior órgão do corpo humano e o câncer na região é bastante frequente
O câncer de pele é o mais prevalente na população mundial, inclusive no Brasil. No entanto, é importante saber que existem vários tipos de câncer de pele.
De qualquer forma, se detectado precocemente, as chances de cura são altas e, o tratamento, menos agressivo.
Continue a leitura para saber mais sobre tipos de câncer de pele, como é feito o diagnóstico e formas de tratamento.
O câncer de pele acontece quando há um crescimento anormal e descontrolado das células presentes na derme e epiderme (camadas da pele).
Este crescimento gera células com a capacidade de invadir os tecidos normais ao seu redor ou, eventualmente, se desprender do tumor original, se disseminar pelo sangue ou linfa e se desenvolver em outros órgãos (metástases).
A pele é o maior órgão do corpo humano e o câncer de pele é o tumor mais prevalente no mundo, inclusive no Brasil. Porém, quando detectado precocemente, as chances de cura são altas.
Existem três tipos de câncer de pele: carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular e o melanoma.
A seguir, veja detalhes sobre cada um deles.
Corresponde a cerca de 10% dos tumores de pele. Sua apresentação mais comum é a de uma pinta.
Apesar de ser menos frequente, é o tipo responsável pelo maior número de mortes por câncer de pele.
Esse tipo de câncer de pele tem origem nas células produtoras de melanina, substância que determina a cor da pele (melanócitos). Pode surgir em qualquer área do corpo.
Quando o melanoma é detectado em fase precoce, a cirurgia pode ser suficiente para curar o paciente.
É considerado o tipo mais grave: há o risco de se espalhar para outros órgãos (metástase) e apresenta alta taxa de mortalidade nas fases mais avançadas.
Quando o melanoma é detectado em fase precoce, a cirurgia pode ser suficiente para curar o paciente. Mesmo em fases mais avançadas, há possibilidade de cura. Entretanto, o tratamento dependerá de outras estratégias, sobretudo com medicações associadas.
Surge nas células basais, que estão localizadas na camada mais profunda da pele.
Representa cerca de 75% dos tumores de pele e é considerado o mais comum. Porém, é o que tem menor risco de morte.
Geralmente, se apresenta como um nódulo na pele, de aspecto grosseiro e, comumente, com um ponto aprofundado na superfície.
Representa cerca de 15 a 20% dos casos e é considerado o segundo tipo de câncer de pele mais prevalente.
Ele ocorre na camada mais externa da epiderme. Na maioria das vezes, surge uma ferida persistente que não cicatriza. Também pode aparecer no formato de uma verruga.
É um câncer mais agressivo que o basocelular e há mais riscos de se espalhar para outros órgãos.
Existem vários tipos de câncer de pele, e a cura pode depender de vários fatores, incluindo o tipo do tumor, o estágio em que ocorre o diagnóstico e a rapidez com que é tratado.
Os principais tipos de câncer de pele tratáveis são o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular. Se diagnosticados precocemente, apresentam altas taxas de cura.
Alguns cânceres de pele podem ser considerados mais agressivos e difíceis de tratar, com taxas de sobrevida mais baixas em estágios avançados.
O melanoma, se detectado em estágios avançados, pode ser mais desafiador de tratar e ter taxas de sobrevida mais baixas, principalmente quando ele se espalha para outros órgãos.
Vale destacar que o diagnóstico precoce e o tratamento imediato continuam sendo os fatores fundamentais para melhorar as chances de cura ou controlar o câncer de pele.
Entre os sintomas que podem ser associados ao câncer de pele estão:
Durante a consulta com o dermatologista, o médico avalia o sinal em um exame chamado dermatoscopia digital. Nele, uma espécie de lente de aumento checa mais de perto a região. Em alguns casos, ele pode solicitar uma biópsia, ou seja, retira-se a lesão para análise laboratorial.
Atualmente, em casos de pessoas que possuem muitas pintas ou predisposição genética para o câncer de pele, os dermatologistas realizam um mapeamento das pintas e acompanham as lesões durante anos, verificando se ocorre ou não uma evolução.
Após os exames, e de acordo com as características da pinta, o médico define se há necessidade de remoção cirúrgica.
O tratamento varia de acordo com o tipo de câncer de pele e também conforme a sua extensão, agressividade e localização do tumor.
Na maioria das vezes, o tratamento é cirúrgico e consiste na retirada da lesão. Há ainda diversas técnicas como curetagem, criocirurgia (congelamento da lesão), cirurgia a laser e terapia fotodinâmica.
Podem ser indicados tratamentos como radioterapia, quimioterapia e imunoterapia, dependendo de cada caso.
Em casos em que há maior risco de recidiva, pode ser necessário realizar um tratamento preventivo sistêmico (venoso ou oral) por um ano.
Os tipos mais comuns de câncer de pele estão relacionados à exposição aos raios ultravioleta (UV) do sol.
Outra fonte de radiação UV são as câmaras de bronzeamento artificial. Dessa forma, a prevenção depende do controle da exposição solar.
Veja abaixo formas de prevenir o câncer de pele:
A recomendação é procurar um dermatologista assim que notar alguma mancha ou pinta “estranha” no corpo. Isso contribui para o diagnóstico precoce do câncer de pele. Feridas que demoram a cicatrizar ou nódulos na pele também precisam ser avaliados.
Caso tenha identificado algum dos sinais de câncer de pele, não hesite em marcar sua consulta na Rede Américas. Nosso corpo de profissionais está a disposição para atendê-lo.
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