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A gordura no fígado ou esteatose hepática, deve ser tratada o quanto antes

A gordura no fígado trata-se de um quadro em que ocorre o acúmulo excessivo de gordura nas células hepáticas, o que pode comprometer o funcionamento do órgão ao longo do tempo. Na maioria dos casos, a doença evolui de forma silenciosa e só é identificada após exames de rotina ou quando já existem alterações mais avançadas.
Essa condição costuma ser acompanhada por médicos especialistas em hepatologia, área da medicina dedicada às doenças do fígado. Entender o que gordura no fígado pode causar é necessário para evitar complicações. O diagnóstico precoce e o acompanhamento médico fazem toda a diferença.
O hepatologista é o profissional que cuida das doenças que afetam o fígado, vesícula biliar e páncreas.
A Rede Américas conta com hepatologistas renomados atendendo em vários hospitais brasileiros. Oferecemos avaliação completa, exames adequados e orientação individualizada para cada paciente. Agende a sua consulta com um hepatologista.
A gordura no fígado, também chamada de esteatose hepática, ocorre quando há acúmulo de gordura acima do normal nas células do fígado. Ela pode estar associada ao consumo excessivo de álcool ou ocorrer de forma não alcoólica, ligada a fatores como obesidade, diabetes tipo 2, colesterol elevado e hábitos alimentares inadequados.
Inclusive, a forma não alcoólica tem se tornado cada vez mais comum. Dados da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz, 2017) também indicam relação direta com o aumento do consumo de alimentos ultraprocessados e bebidas adoçadas, inclusive versões zero açúcar.
Na fase inicial, a gordura no fígado costuma não provocar sintomas claros. Com o avanço da condição, alguns sinais podem surgir e merecem atenção.
Esses sinais nem sempre são valorizados no início, já que podem parecer alterações isoladas da pele ou do bem-estar geral. Por outro lado, quando aparecem em conjunto ou persistem ao longo do tempo, indicam que o organismo pode estar sofrendo impactos mais preocupantes.
A partir desse ponto, torna-se importante compreender o que gordura no fígado pode causar quando a condição evolui sem controle adequado.
Quando não tratada, a esteatose hepática pode evoluir e gerar consequências importantes para a saúde. Entender o que gordura no fígado pode causar ajuda a dimensionar a gravidade do problema.
A inflamação do fígado ocorre quando a gordura acumulada passa a causar lesões nas células hepáticas. Esse estágio é chamado de esteato-hepatite e já representa um quadro mais sério.
Com a inflamação persistente, o fígado pode desenvolver fibrose, que é a formação de tecido cicatricial. Com o tempo, esse processo pode evoluir para cirrose, condição irreversível que compromete de forma significativa o funcionamento do órgão.
Nos estágios mais avançados, pode ocorrer insuficiência hepática. Nessa situação, o fígado não consegue mais desempenhar funções essenciais, como metabolizar toxinas e produzir proteínas importantes para o organismo.
A gordura no fígado, especialmente quando evolui para cirrose, aumenta o risco de desenvolvimento do câncer hepático. A Agência Fiocruz de Notícias destaca a importância do monitoramento contínuo desses pacientes.
A esteatose hepática está muito relacionada a doenças metabólicas. Pessoas com gordura no fígado apresentam maior risco de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e aumento da mortalidade por causas não diretamente ligadas ao fígado.
A principal forma de tratar a gordura no fígado é considerar mudanças no estilo de vida. A perda de peso gradual, quando indicada, pode melhorar de forma significativa o acúmulo de gordura hepática. Alimentação equilibrada, com redução de alimentos ultraprocessados, açúcares e gorduras saturadas, também é importante.
A prática regular de atividade física contribui para melhorar a sensibilidade à insulina e reduzir a inflamação. Em geral, não existe um medicamento específico para eliminar a gordura no fígado, e que o tratamento deve ser individualizado.
Para o diagnóstico, geralmente são solicitados exames de sangue, que avaliam enzimas hepáticas, além de exames de imagem, como ultrassonografia abdominal. Em alguns casos, a ressonância magnética ou exames mais específicos também podem ser indicados.
Pesquisadores da Fiocruz também vêm desenvolvendo novos biomarcadores para detectar precocemente doenças hepáticas, o que pode ampliar o diagnóstico antes do surgimento de complicações.
Em fase inicial, ajustes na alimentação, prática regular de atividade física e controle de fatores metabólicos costumam trazer bons resultados. Contudo, o cenário muda quando a doença evolui de forma silenciosa e passa a envolver inflamação ou formação de fibrose no fígado.
Dados da Datafolha, divulgados pela CNN Brasil (2025), mostram que pessoas com esteatose hepática apresentam maior risco de complicações que vão além do fígado, incluindo doenças cardiovasculares e metabólicas.
Mesmo quando não há sintomas importantes, o acompanhamento médico regular é necessário para evitar a progressão do quadro e reduzir riscos à saúde geral.
A avaliação médica deve ocorrer sempre que houver fatores de risco, como obesidade, diabetes, colesterol elevado ou histórico familiar de doenças hepáticas. Sintomas que não melhoram, como cansaço excessivo e dor abdominal, também justificam a procura por um hepatologista.
Buscar orientação especializada é a melhor forma de entender o que gordura no fígado pode causar e como evitar a progressão da doença.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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MARIZ, Fabiana. Equipe Editorial DSSBR, Fiocruz (2022). Gordura no fígado: ácido úrico e frutose altos podem desencadear esteatose hepática não alcoólica. Disponível em: https://dssbr.ensp.fiocruz.br/gordura-no-figado-acido-urico-e-frutose-altos-podem-desencadear-esteatose-hepatica-nao-alcoolica/. Acesso em: 28 de jan de 2026.
FUCHS, Antonio. (INI/Fiocruz) Agência Fiocruz de Notícias (2017). Fiocruz desenvolve novo biomarcador para detectar doença no fígado. Disponível em: https://agencia.fiocruz.br/fiocruz-desenvolve-novo-biomarcador-para-detectar-doenca-no-figado. Acesso em: 28 de jan de 2026.
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