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Saiba quais os sintomas de fibromialgia. Dores persistentes, cansaço e outros

A fibromialgia é uma condição crônica marcada pela dor espalhada pelo corpo. Não se trata de inflamação nem de desgaste das articulações. O que acontece é uma alteração na forma como o cérebro interpreta a dor.
Por isso, estímulos leves podem causar desconforto intenso. Esse quadro costuma vir acompanhado de cansaço constante, dificuldade para dormir bem e outros sintomas que afetam o dia a dia.
Muitas pessoas convivem anos com esses sinais até receberem um diagnóstico, já que os exames tradicionais costumam estar normais.
O reumatologista é o médico indicado para acompanhar esse tipo de condição. A Rede Américas conta com reumatologistas renomados atendendo em vários hospitais do Brasil.
A fibromialgia é uma condição de saúde de longo prazo que afeta a forma como o corpo percebe a dor.
Pessoas com esse quadro sentem desconforto com mais intensidade do que o esperado, mesmo sem lesões, inflamações ou alterações visíveis nos exames. Isso acontece porque o sistema nervoso passa a reagir de forma exagerada a estímulos que, em outras pessoas, não costumam causar dor.
Ela também não causa deformidades nas articulações ou nos músculos. Ainda assim, pode impactar de forma significativa a rotina, o humor e a disposição física. Muitas pessoas relatam dificuldade para manter atividades simples do dia a dia, como trabalhar, cuidar da casa ou se concentrar por longos períodos.
Leia também: Fibromialgia é uma doença autoimune? Entenda a classificação
A causa exata da fibromialgia ainda não é totalmente conhecida. Especialistas da Sociedade Brasileira de Reumatologia (2024) apontam que fatores como estresse emocional prolongado, alterações emocionais, infecções anteriores e histórico familiar podem estar associados ao surgimento do quadro. A condição é mais comum em mulheres, mas pode atingir pessoas de qualquer idade.
Apesar de não ter cura, a fibromialgia pode ser controlada. Com orientação médica adequada e mudanças no estilo de vida, é possível reduzir os sintomas e melhorar a qualidade de vida.
Os sintomas da fibromialgia podem ser confundidos com outras condições ou até mesmo com cansaço.
Dormir muitas horas não significa descansar bem. Ao acordar, sentem o corpo pesado e dolorido. O Ministério da Saúde destaca que a má qualidade do sono intensifica outros sintomas, como a dor e o cansaço.
Esse termo descreve lapsos de memória e dificuldade de concentração. A pessoa pode esquecer compromissos, perder o fio da conversa ou ter dificuldade para focar em tarefas simples. Não está ligado à perda de inteligência, mas ao impacto da condição no funcionamento do cérebro.
A rigidez muscular é mais comum ao acordar ou após longos períodos parado. O corpo parece travado, principalmente no pescoço, costas e pernas. Com o movimento, essa sensação pode diminuir, mas nem sempre desaparece por completo.
Além da dor muscular, podem surgir outros desconfortos físicos. Entre eles estão dor de cabeça constante, sensação de inchaço, alterações intestinais e dor abdominal. Esses sintomas confundem o diagnóstico, pois parecem não ter relação direta entre si.
Ansiedade e tristeza podem aparecer com frequência. Isso não significa que a fibromialgia seja psicológica, mas que conviver com dor constante afeta o emocional. O estresse também tende a piorar os sintomas físicos.
Luz forte, barulho alto, cheiros intensos ou até o toque da roupa na pele podem causar incômodo. Essa sensibilidade intensa faz parte do quadro e pode variar ao longo do tempo.
A fibromialgia não está presente apenas em um local do corpo. Pescoço, ombros e costas são áreas mais afetadas e constantemente citadas pelos pacientes.Quadris, braços e pernas também costumam doer bastante. A dor tende a se concentrar em regiões onde há maior tensão muscular, mas pode mudar de local ao longo dos dias.
Leia também: Saiba como é a dor da fibromialgia: sintomas e como amenizar as dores
Não há um exame específico para detectar a fibromialgia. A identificação do quadro acontece a partir da avaliação médica. O reumatologista analisa os sinais apresentados, o tempo em que a dor persiste e investiga outras condições que possam causar sintomas semelhantes.
De modo geral, o diagnóstico é considerado quando a dor permanece por mais de três meses e surge junto de queixas como cansaço constante e sono de má qualidade. O Ministério da Saúde destaca que a escuta atenta do paciente é importante para chegar a essa conclusão.
É importante buscar ajuda quando a dor é constante e interfere na rotina. Cansaço extremo, dificuldade para dormir e problemas de memória também merecem atenção. Quanto antes houver orientação adequada, maiores são as chances de controlar os sintomas.
A avaliação médica permite definir estratégias de cuidado, que podem incluir mudanças de hábitos, atividade física orientada e acompanhamento contínuo. Reconhecer quais os sintomas de fibromialgia evita atrasos no diagnóstico e reduz o sofrimento desnecessário.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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CNN Brasil, 2025. Fibromialgia: Dr. Kalil explica o que é e quais são os sintomas. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/fibromialgia-dr-kalil-explica-o-que-e-e-quais-sao-os-sintomas/. Acesso em 30 de jan de 2026.
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Souza, Lara. Programa Radis. Fiocruz. 2025. Fibromialgia: dor invisível. Disponível em: https://radis.ensp.fiocruz.br/reportagem/doencas-cronicas/fibromialgia-dor-invisivel/. Acesso em 30 de jan de 2026.
Sociedade Brasileira de Reumatologia. Aparecimento de Fibromialgia pode estar ligada ao estresse (2024). Disponível em: https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/aparecimento-de-fibromialgia-pode-estar-ligada-ao-estresse/. Acesso em: 30 jan de 2026.
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