A pílula do dia seguinte é um método contraceptivo usado depois de uma relação sexual desprotegida; o médico pode ajudar a escolher a opção mais segura durante o aleitamento
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Quem amamenta pode tomar pílula do dia seguinte, mas o tipo de hormônio do remédio deve ser considerado. As pílulas com levonorgestrel são compatíveis com a amamentação e não há evidências de que prejudiquem o leite materno ou o desenvolvimento do bebê.
A pílula do dia seguinte é um método contraceptivo de emergência usado depois de uma relação sexual desprotegida ou quando outro método contraceptivo falha. No geral, ela age atrasando ou impedindo a ovulação e não interrompe uma gravidez que já começou.
Pediatras são os médicos que podem orientar mulheres no período de amamentação, já que o principal foco dessa fase é a saúde do bebê. A Rede Américas tem profissionais renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
Mulheres que amamentam podem tomar a pílula do dia seguinte, desde que seja escolhida uma opção indicada para esse período, como a composta por levonorgestrel, porque esse tipo de contraceptivo não altera a qualidade do leite nem prejudica a saúde do bebê.
A substância presente no medicamento passa para o sangue da mãe e uma pequena quantidade pode chegar ao leite materno. Porém, essa quantidade é considerada muito baixa e não apresenta um risco conhecido para o desenvolvimento do bebê.
A pílula do dia seguinte é um método de emergência e não substitui o uso regular de anticoncepcionais. Sendo assim, a escolha do remédio depende de fatores como o tempo desde o parto, a fase da amamentação e as características de cada mulher.
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A pílula do dia seguinte age, principalmente, impedindo ou atrasando a ovulação, que acontece quando o ovário libera um óvulo. Sem a liberação desse óvulo, não existe a fecundação e a gravidez não acontece.
Quando o medicamento tem levonorgestrel, ele atua nos hormônios que controlam a ovulação. Por isso, o efeito da pílula depende do momento em que ela é tomada depois da relação sexual desprotegida ou da falha de outro método contraceptivo.
Durante a amamentação, o corpo da mulher pode passar por mudanças hormonais depois do parto. Por isso, a avaliação de um profissional de saúde é importante para entender se o uso da pílula do dia seguinte é indicado em cada situação.
A pílula do dia seguinte com levonorgestrel não altera a qualidade do leite materno. Estudos reunidos pela LactMed, da National Library of Medicine, mostram que esse hormônio não apresenta efeitos negativos conhecidos no crescimento ou no desenvolvimento do bebê.
Outro tipo de contraceptivo de emergência é o acetato de ulipristal, que também atua nos hormônios envolvidos na ovulação. Para mulheres que amamentam, esse medicamento tem orientações específicas, que podem variar de uma paciente para outra.
No geral, o aleitamento materno não precisa ser interrompido em todos os casos depois do uso da pílula. Como cada hormônio age de um jeito, as recomendações podem mudar conforme o remédio usado e a fase da amamentação.
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Os contraceptivos de emergência têm diferentes tipos de hormônios em sua composição. Essa diferença influencia o tempo de ação do remédio, a forma de uso e as orientações para quem está amamentando:
A escolha do contraceptivo de emergência também depende do remédio disponível e do tempo desde a relação sexual desprotegida. Quanto mais cedo ele for usado dentro do período indicado, maior tende a ser a eficácia para evitar uma nova gravidez.
A pílula do dia seguinte deve ser usada na dose indicada na bula e dentro do prazo recomendado para cada tipo de medicamento, já que tomar uma quantidade maior não aumenta a proteção contra a gravidez e pode causar mais efeitos no corpo.
Antes de usar o remédio, é importante conferir as orientações da bula, como o princípio ativo, a dose certa e a forma de uso. Alguns medicamentos também podem interferir na ação da pílula e reduzir sua eficácia.
A pílula do dia seguinte é indicada para situações de emergência e não deve substituir métodos contraceptivos de uso regular. Para evitar uma gravidez, existem opções de prevenção contínua que podem ser escolhidas com orientação de um profissional de saúde.
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A principal diferença entre a pílula do dia seguinte e o anticoncepcional de uso diário está na finalidade de cada um. Enquanto a pílula é usada só em situações de emergência, o anticoncepcional regular faz parte de uma rotina de prevenção da gravidez.
O anticoncepcional diário mantém uma quantidade regular de hormônios no corpo para evitar a ovulação ao longo do ciclo menstrual. Já a pílula do dia seguinte tem uma ação pontual e é usada depois de uma relação desprotegida ou quando outro método falha.
Como qualquer remédio, a pílula do dia seguinte pode causar algumas reações no organismo da mulher. A intensidade desses efeitos varia de pessoa para pessoa e, na maioria dos casos, melhora sozinha depois de alguns dias.
Em geral, as reações mais comuns podem incluir:
A bula orienta que, se houver vômito pouco tempo depois de tomar a pílula, é importante consultar um médico para avaliar se será necessário repetir a dose. Atrasos importantes na menstruação também devem ser investigados para verificar a possibilidade de gravidez.
Os hormônios da pílula do dia seguinte podem chegar ao leite em pequenas quantidades, mas isso não significa que causem problemas para o bebê. No caso do levonorgestrel, não há evidências de prejuízos para o crescimento, o desenvolvimento ou a saúde da criança.
Já o acetato de ulipristal possui orientações diferentes porque ainda existem menos informações sobre a passagem do medicamento para o leite materno. Por isso, o uso durante a amamentação deve sempre ser orientado por um especialista.
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Os métodos contraceptivos de uso regular oferecem uma proteção maior do que a pílula do dia seguinte. Enquanto o método de emergência é usado só em situações pontuais, os anticoncepcionais de rotina ajudam a prevenir a gravidez todos os dias, podendo incluir:
A escolha do melhor método contraceptivo depende da saúde, da rotina e das preferências de cada mulher, e o acompanhamento com o médico depois do parto ajuda a encontrar uma opção segura para a mãe e o bebê.
O pediatra deve ser consultado sempre que aparecerem dúvidas sobre a amamentação antes do uso da pílula do dia seguinte. Esse acompanhamento ajuda a esclarecer os cuidados necessários e a garantir que a alimentação do bebê continue segura.
Também é importante procurar atendimento se o bebê tiver mudanças que preocupem a família, como dificuldade para mamar, sonolência diferente do habitual ou alterações no comportamento. Embora esses sinais não sejam esperados, eles devem ser avaliados.
O especialista em saúde infantil também acompanha o crescimento e o desenvolvimento da criança durante a amamentação, e as consultas de rotina permitem identificar qualquer alteração e orientar a família quando houver necessidade.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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