A torção no tornozelo acontece quando os ligamentos da região são machucados depois de um movimento brusco; dor, inchaço e dificuldade para caminhar são sintomas comuns
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A torção no tornozelo acontece quando os ligamentos que dão suporte à articulação são esticados além do normal ou sofrem uma lesão depois de um movimento brusco. Esse problema pode causar dor, inchaço, sensibilidade e dificuldade para apoiar o pé no chão.
Os sintomas de uma torção variam conforme a gravidade da lesão nos ligamentos. Casos leves podem causar desconforto e dificuldade para movimentar o tornozelo, enquanto lesões mais graves podem deixar a articulação instável e dificultar a caminhada.
A observação dos sintomas ajuda a entender a gravidade da lesão e quando é necessário buscar atendimento médico. Dor forte, alteração no formato do tornozelo, incapacidade de apoiar o pé e piora dos sintomas são sinais que precisam de avaliação profissional.
Ortopedistas são os médicos que podem fazer o diagnóstico e o tratamento de pacientes com torção no tornozelo. A Rede Américas conta com profissionais renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
Os sintomas de uma torção no tornozelo aparecem na região machucada depois que os ligamentos que dão suporte à articulação são afetados. Os sinais mudam de uma pessoa para outra, mas alguns sintomas costumam estar presentes nesse tipo de lesão, como:
Esses sintomas podem atrapalhar atividades da rotina, como caminhar, subir escadas ou ficar em pé por muito tempo. Isso acontece porque o tornozelo pode perder parte da capacidade de sustentar o peso do corpo e fazer os movimentos habituais.
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A torção no tornozelo acontece quando o pé faz um movimento inesperado que força a articulação além do limite normal. Esse movimento, portanto, pode sobrecarregar os ligamentos e causar uma lesão no local.
Uma das situações mais comuns é pisar em falso ou em uma superfície irregular, fazendo com que o pé vire de repente. Quedas, tropeços e impactos durante atividades físicas também podem provocar esse tipo de problema.
Além desses casos, movimentos como correr, saltar ou cair do jeito errado aumentam o risco de torcer o tornozelo. Por isso, esportes com mudanças bruscas de movimento, como futebol e basquete, estão entre as atividades associadas a essa lesão.
O uso de calçados que não oferecem bom suporte ao pé pode facilitar movimentos que sobrecarregam a articulação, e pessoas que já tiveram uma torção também podem ter mais chance de sofrer uma nova lesão quando a recuperação do tornozelo não é completa.
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A gravidade de uma torção no tornozelo depende do tipo de lesão nos ligamentos da região. Casos mais leves podem causar só um estiramento dessas estruturas, enquanto lesões mais fortes podem provocar danos maiores.
Os profissionais de saúde costumam dividir as torções em três graus. No grau um, os ligamentos sofrem um estiramento leve, no grau 2, ocorre uma lesão parcial, e no grau 3, o ligamento pode sofrer uma ruptura completa.
Essa classificação ajuda a entender a extensão da lesão e a definir os cuidados que vão ser importantes para a recuperação. A consulta com o médico também considera como o tornozelo está funcionando e o quanto a lesão interfere nos movimentos da articulação.
A consulta com um ortopedista é indicada quando a torção apresenta sinais de que pode ter causado uma lesão mais séria ou quando a recuperação não acontece como esperado. Esses casos costumam apresentar sintomas como:
O atendimento com um especialista ajuda a identificar problemas que podem exigir um cuidado específico e evita que lesões mais importantes passem despercebidas. A avaliação também permite diferenciar uma torção de outras condições, como fraturas.
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Os primeiros cuidados depois de uma torção no tornozelo geralmente ajudam a proteger a articulação e diminuir o desconforto nos primeiros dias. Assim, algumas medidas reduzem a sobrecarga na região e contribuem para uma recuperação mais segura, como:
É importante saber que esses cuidados ajudam no início da recuperação, mas o tempo para voltar às atividades varia conforme a intensidade da lesão. O retorno deve acontecer aos poucos, sem forçar o tornozelo antes que ele esteja preparado para suportar esforços.
A retomada de atividades físicas ou exercícios de impacto antes da recuperação adequada pode sobrecarregar o tornozelo e atrasar a melhora da lesão. Por isso, o retorno deve acontecer de forma gradual, conforme o paciente percebe a evolução do quadro.
Também não é recomendado ignorar a persistência dos sintomas ou manter atividades que causam dor e desconforto. Forçar a articulação durante a recuperação, por exemplo, pode aumentar o risco de novos problemas no tornozelo.
O uso de remédios por conta própria também deve ser evitado. Alguns medicamentos podem não ser indicados para todas as pessoas, principalmente quando existem outros problemas de saúde ou uso de outros remédios.
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O diagnóstico da torção no tornozelo ajuda a entender quais partes da articulação foram afetadas e a diferenciar a lesão de outros problemas que podem causar sinais parecidos. Assim, o médico considera como a lesão aconteceu e pode pedir exames, incluindo:
Em muitos casos, a avaliação inicial já permite identificar uma torção no tornozelo. Por isso, os exames de imagem são pedidos principalmente quando o médico precisa entender melhor a extensão da lesão ou descartar outros problemas na articulação.
O tratamento da torção no tornozelo depende da gravidade da lesão e de quanto interfere nos movimentos da articulação. Na maioria dos casos, a recuperação acontece sem cirurgia, com cuidados para aliviar os sintomas e ajudar o tornozelo a voltar a funcionar.
Lesões leves ou moderadas podem ser tratadas com redução das atividades que causam dor, uso de remédios quando indicados pelo médico e fisioterapia para recuperar a força, o equilíbrio e a firmeza da articulação, o que também ajuda a reduzir o risco de novas torções.
Já nos casos mais graves, quando os ligamentos sofrem uma ruptura completa ou o tornozelo continua instável mesmo depois do tratamento, o ortopedista pode avaliar a possibilidade de fazer uma cirurgia.
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O tempo de recuperação de uma torção no tornozelo depende da intensidade da lesão e da forma como o corpo responde. Casos mais leves costumam melhorar em algumas semanas, enquanto lesões mais importantes podem levar mais tempo para recuperar.
Desse jeito, a volta às atividades do cotidiano e esportivas acontece conforme o tornozelo recupera os movimentos e a capacidade de suportar esforços sem desconforto. Quando o paciente retoma a rotina antes da hora, pode ter um atraso na recuperação.
A consulta com um ortopedista ajuda a acompanhar a melhora da lesão e orientar o momento certo para voltar às atividades. O profissional também pode indicar os cuidados necessários conforme a situação de cada paciente.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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