As lesões ortopédicas podem surgir depois de pancadas, quedas, movimentos repetitivos ou desgaste natural das estruturas do corpo; os sintomas costumam incluir dor e inchaço
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As lesões ortopédicas são problemas que afetam ossos, músculos, tendões, ligamentos, cartilagens e articulações, estruturas que ajudam a sustentar o corpo e se movimentar. Elas podem aparecer após quedas, pancadas, esforço repetitivo ou desgaste dessas estruturas.
Entre os principais tipos de lesões ortopédicas estão fraturas, entorses, luxações e danos em tendões e ligamentos. Cada uma apresenta características específicas, que influenciam os sintomas, o diagnóstico e o tratamento.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 1,71 bilhão de pessoas vivem com condições musculoesqueléticas no mundo. No Brasil, dados do Ministério da Saúde apontam que essas alterações são causas comuns de afastamentos do trabalho.
Ortopedistas são os médicos que podem fazer o diagnóstico e o tratamento de pacientes com lesões ortopédicas. A Rede Américas conta com profissionais renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
Uma lesão ortopédica é um problema de saúde que afeta partes do corpo responsáveis pela sustentação e pelos movimentos, como ossos, articulações, músculos, tendões, ligamentos e cartilagens, que trabalham juntos para manter a estabilidade.
Essas condições podem causar mudanças no funcionamento da região afetada, o que abrange desde pequenos danos nos tecidos até quadros que comprometem a estabilidade de uma articulação ou a movimentação de uma parte do corpo.
As lesões podem aparecer em pessoas de todas as idades, já que ossos, músculos e articulações passam por mudanças ao longo da vida. Crianças, adultos e idosos podem desenvolver esses problemas, com características que variam de acordo com a condição.
As lesões ortopédicas podem aparecer por vários motivos que afetam o funcionamento de ossos, músculos, tendões, ligamentos e articulações. Alguns hábitos, atividades e condições de saúde podem aumentar a sobrecarga nessas estruturas, como:
A identificação dos fatores que contribuem para uma lesão ajuda a evitar novos danos e orienta os cuidados necessários para cada caso. A prevenção depende de medidas que respeitam os limites do corpo e reduzem a sobrecarga nas estruturas musculoesqueléticas.
As lesões ortopédicas podem ser classificadas conforme a parte do corpo afetada e o tipo de dano causado. Em geral, essa divisão ajuda o médico a entender o problema e escolher os cuidados que vão ter mais efeito em cada paciente.
As distensões e os estiramentos musculares são lesões que afetam as fibras dos músculos quando elas são alongadas além do limite. Enquanto o estiramento envolve um excesso de alongamento, a distensão pode causar rompimento parcial ou completo dessas fibras.
Essas lesões são comuns em atletas que praticam atividades que exigem força, velocidade ou movimentos rápidos, como corridas, saltos e mudanças de direção, sendo que as regiões mais atingidas costumam ser coxa, panturrilha e lombar.
A gravidade do quadro depende da quantidade de fibras musculares afetadas. Casos leves causam pequenos danos no tecido, enquanto lesões mais extensas podem comprometer a força do músculo e aumentar o tempo de recuperação.
O diagnóstico é feito pelo ortopedista com base na avaliação do paciente e no exame físico, com o tratamento variando conforme o grau da lesão e podendo incluir pausa nas atividades, fisioterapia e exercícios para recuperar força e movimento.
As fraturas acontecem quando um osso quebra ou apresenta uma rachadura que altera sua estrutura normal. Elas podem variar de pequenas fissuras até quebras mais extensas, que dividem o osso em partes, sendo que as mais comuns incluem:
O diagnóstico das fraturas é feito pelo ortopedista com avaliação clínica e exames de imagem, como o raio X. O tratamento depende do tipo de quebra e pode incluir imobilização, acompanhamento médico ou cirurgia em casos específicos.
As luxações acontecem quando os ossos de uma articulação saem da posição normal, causando um deslocamento que altera o encaixe entre essas estruturas. Esse problema pode afetar a estabilidade da região e os tecidos ao redor.
As articulações mais atingidas pelas luxações são ombro, dedos, cotovelo, joelho e quadril. O ombro é uma das regiões mais afetadas porque permite muitos movimentos e depende de músculos e ligamentos para manter a articulação estável.
Além do deslocamento do osso, a luxação pode causar danos em estruturas próximas, como ligamentos, tendões, músculos, nervos e vasos sanguíneos. Por isso, é importante avaliar a extensão da lesão para definir o tratamento certo.
O diagnóstico é feito pelo ortopedista com exame físico e, quando necessário, exames de imagem, como raio X. O tratamento busca colocar o osso novamente na posição correta e pode incluir imobilização, fisioterapia ou cirurgia em situações mais complexas.
As entorses acontecem quando uma articulação sofre uma torção que ultrapassa o limite de movimento dos ligamentos. Essas estruturas ajudam a manter os ossos unidos e dão estabilidade às articulações.
O tornozelo é uma das regiões mais afetadas pelas entorses, principalmente depois de pisar em falso, virar o pé ou fazer uma mudança brusca de direção. Joelho, punho e dedos também podem sofrer esse tipo de lesão.
A gravidade da entorse depende do quanto os ligamentos foram afetados. Casos leves envolvem só um estiramento das fibras, enquanto lesões mais fortes podem causar rompimento parcial ou completo dessas estruturas.
O diagnóstico é feito pelo ortopedista com avaliação da região afetada e do histórico do paciente, e o tratamento varia conforme a intensidade da lesão e pode incluir repouso, imobilização, fisioterapia e exercícios para recuperar a força e a estabilidade da articulação.
As tendinites são inflamações nos tendões, os tecidos que ligam os músculos aos ossos e ajudam o corpo a fazer movimentos. Já as bursites atingem as bursas, pequenas bolsas com líquido que diminuem o atrito entre tendões, músculos e ossos perto das articulações.
Essas condições podem aparecer quando essas estruturas sofrem sobrecarga por movimentos repetidos ou esforço frequente, sendo que algumas regiões mais afetadas incluem:
Quando a sobrecarga continua sem controle, a inflamação pode permanecer por mais tempo e afetar a rotina da pessoa. Por isso, a compreensão de quais atividades estão causando o problema ajuda a evitar que a condição se mantenha ou volte a aparecer.
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Os sintomas das lesões ortopédicas podem variar conforme a parte do corpo afetada e a gravidade do problema. Mesmo assim, existem sintomas comuns, como dor, inchaço, sensibilidade na região, dificuldade para movimentar a área e perda de força.
Também podem aparecer rigidez, sensação de que uma articulação está “falhando”, dificuldade para fazer atividades ou mudanças visíveis no local da lesão. Em alguns casos, pode ter alteração no formato da região ou dificuldade para apoiar o peso do corpo.
Esses sintomas, sozinhos, não são suficientes para identificar qual é a lesão, já que diferentes problemas podem causar sinais parecidos. Por isso, a avaliação de um ortopedista é importante para descobrir a causa e indicar o tratamento.
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O diagnóstico das lesões ortopédicas é feito pelo ortopedista a partir da avaliação da região afetada e das informações contadas pelo paciente. Assim, o médico analisa como o quadro surgiu, quais movimentos foram prejudicados e quais estruturas podem estar envolvidas.
No geral, durante a investigação, podem ser feitos:
A escolha dos exames depende da suspeita do médico e da estrutura que precisa ser analisada. Com os resultados, o ortopedista consegue entender melhor o problema e orientar o que precisa ser feito depois da consulta.
O tratamento das lesões ortopédicas depende do tipo de problema, da região atingida e da intensidade da lesão. Em todos os casos, o ortopedista avalia o quadro para definir quais cuidados podem ajudar na recuperação e no retorno dos movimentos, incluindo:
O tempo de recuperação varia conforme a lesão e a resposta de cada pessoa ao tratamento indicado pelo médico. Sendo assim, seguir as orientações do ortopedista é importante para favorecer a melhora e evitar que a região volte a sofrer sobrecarga.
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A prevenção pode reduzir as chances de desenvolver lesões ortopédicas, mas não garante que esses problemas nunca vão acontecer. Fatores como acidentes, características do corpo, idade e algumas condições de saúde também podem influenciar esses quadros.
Ainda assim, existem alguns cuidados que ajudam a proteger músculos, ossos, tendões, ligamentos e articulações, como manter uma rotina de exercícios adequada, respeitar os limites do corpo e evitar aumentos repentinos na intensidade das atividades.
Mesmo com medidas de prevenção, algumas lesões podem aparecer de forma inesperada. Por isso, a atenção aos sinais do corpo e a busca por avaliação médica quando houver dor, perda de movimento ou dificuldade para fazer atividades são pontos importantes.
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A avaliação de um ortopedista é indicada quando existem sintomas que continuam por vários dias, pioram com o tempo ou começam a atrapalhar a rotina. Dor, dificuldade para movimentar uma região ou perda de força são alguns sinais que merecem atenção.
Depois de quedas, pancadas ou acidentes, a consulta também pode ser necessária para verificar se houve algum problema. Alterações como inchaço forte, deformidades ou mudanças no funcionamento de uma articulação também precisam de avaliação médica.
A busca por atendimento ajuda a identificar a causa do problema e iniciar o cuidado que o paciente precisa. Com a análise do quadro, o ortopedista consegue indicar os exames necessários e orientar o tratamento certo.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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