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Para que serve ressonância magnética? Saiba quando é indicada

A ressonância magnética é um exame de imagem que mostra detalhes do corpo sem usar radiação; o procedimento ajuda a identificar doenças, lesões e mudanças no organismo

Resumo
  • A ressonância magnética é um exame de imagem que mostra o interior do corpo em detalhes, sem usar radiação, e ajuda na avaliação de diferentes partes do organismo;
  • O exame funciona com um campo magnético e ondas de rádio, que geram sinais transformados em imagens detalhadas por um computador;
  • Ele costuma ser indicado para investigar dores que não passam, alterações no sistema nervoso, lesões em músculos e articulações e suspeitas de tumores;
  • A ressonância permite analisar cérebro, coluna, coração e órgãos do abdome e da pelve, além de apoiar o diagnóstico e o acompanhamento de câncer;
  • Para realizar o exame com segurança, são necessários cuidados no preparo e avaliação prévia em casos de implantes metálicos, gravidez ou dispositivos no corpo.
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ressonância magnética serve para ver o interior do corpo com imagens detalhadas. O exame é usado para diagnosticar problemas no cérebro, ossos, coração e câncer. O aparelho usa campo magnético e ondas de rádio para formar imagens, sem usar radiação.

O exame consegue mostrar alterações em músculos, órgãos e articulações, e os médicos pedem a ressonância para investigar dores que não passam, suspeitas de tumores ou lesões em ligamentos.

No geral, a ressonância não causa dor e é seguro para a maioria das pessoas. Clínicos gerais são os médicos que podem pedir e avaliar os resultados da ressonância magnética. A Rede Américas tem profissionais renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.

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O que é ressonância magnética e como funciona?

A ressonância magnética é um exame de imagem que mostra com detalhe órgãos e tecidos do corpo, e, diferente de outros exames, não usa radiação.

Sem radiação ionizante

Esse é um dos benefícios da ressonância magnética. Diferente do raio-X e da tomografia, que usam radiação, o exame funciona com campo magnético e ondas de rádio. Por isso, pode ser uma opção segura em várias situações, como quando há necessidade de repetir o exame ou em casos específicos, como gestantes (com avaliação médica) e crianças.

A ressonância não substitui todos os exames, mas tem a vantagem de não usar radiação e de mostrar imagens mais detalhadas dos tecidos e estruturas do corpo.

Campos magnéticos e ondas de rádio

O aparelho de ressonância magnética cria um campo magnético forte que organiza partículas de hidrogênio presentes na água do corpo. Em seguida, envia ondas de rádio para alterar essa organização. 

Quando essas partículas voltam ao estado inicial, emitem sinais que são captados por um computador, formando imagens detalhadas de várias partes do corpo. Esse processo permite diferenciar os tecidos com precisão.

Para que serve a ressonância magnética?

A ressonância magnética serve principalmente para mostrar imagens detalhadas que outros exames podem não conseguir. Esse nível de detalhe ajuda no diagnóstico e no acompanhamento de várias condições de saúde.

Visualização detalhada de tecidos moles

A ressonância magnética é um dos exames mais precisos para ver tecidos moles, como músculos, tendões, ligamentos, cartilagens e órgãos internos. 

Assim, ela consegue mostrar lesões muito pequenas e avaliar a profundidade das alterações, além do estado geral dos órgãos. Esse nível de detalhe ajuda a diferenciar os problemas e contribui para diagnósticos mais seguros.

Quando o médico pede a ressonância magnética?

O médico pode pedir uma ressonância magnética em várias situações. O exame costuma ser indicado quando há suspeita de problemas em tecidos moles ou quando outros exames, como raio-X ou ultrassom, não trazem respostas. Ele também é usado para investigar dores que não passam, sintomas neurológicos e lesões nos ossos e articulações.

Leia também: Entenda como é feita a ressonância magnética e o que detecta no corpo

Quais são as aplicações da ressonância magnética?

A ressonância magnética pode ser usada em várias áreas da medicina, já que o exame permite analisar com mais detalhe diferentes partes do corpo.

Ressonância para o sistema neurológico

No cérebro e na medula espinhal, a ressonância magnética é uma das principais indicações para que o médico possa fazer um diagnóstico certeiro. No geral, o exame é capaz de detectar:

  • Aneurismas e malformações: permite analisar os vasos sanguíneos;
  • Esclerose múltipla: visualiza lesões no cérebro e na medula espinhal;
  • AVC: identifica as áreas do cérebro afetadas, inclusive nas fases iniciais;
  • Infecções e inflamações: ajuda no diagnóstico de meningite e encefalite;
  • Tumores no cérebro: mostra o tamanho, a localização e as características;
  • Dores de cabeça frequentes e tonturas: auxilia na investigação das causas.

A ressonância também ajuda a acompanhar como uma certa doença evolui e como o corpo responde ao tratamento. Com essas informações, o médico pode ajustar o que é necessário de acordo com as mudanças vistas nas imagens.

Ressonância para o sistema musculoesquelético

Para o sistema musculoesquelético, a ressonância magnética é uma das principais ferramentas de diagnóstico. O exame permite avaliar lesões nas articulações, como no joelho, ombro e quadril, incluindo ligamentos. Também ajuda a identificar problemas na coluna vertebral, como hérnias de disco, compressões de nervos e inflamações.

Ressonância para órgãos abdominais e pélvicos

O exame de imagem também é usado para investigar problemas no abdome e na pelve, podendo identificar:

  • Doenças no fígado, pâncreas e rins, como tumores, cistos e inflamações;
  • Problemas na próstata, ajudando na detecção e no estágio do câncer de próstata;
  • Doenças do intestino, auxiliando na identificação de inflamações, como doença de Crohn;
  • Condições ginecológicas, sendo especialmente útil para identificar a endometriose mais profunda, que pode atingir estruturas próximas.

A análise das imagens ajuda o médico a entender o quanto o problema se espalhou pelo corpo e como ele afeta outras estruturas da região. Com isso, dá para definir o que é melhor fazer em cada caso.

Ressonância para o sistema cardiovascular

A ressonância magnética cardíaca avalia a estrutura e o funcionamento do coração e dos grandes vasos sanguíneos. Por isso, o exame é usado no diagnóstico de doenças cardíacas, como miocardiopatias e problemas congênitos. 

O procedimento também ajuda a avaliar infartos, identificando a extensão do dano no músculo do coração. Além disso, permite analisar a função dos ventrículos, verificando a capacidade do coração de bombear o sangue.

Ressonância na detecção de câncer e outras condições

A ressonância magnética tem um papel importante no diagnóstico e acompanhamento de vários tipos de câncer. O exame ajuda a identificar tumores em diferentes partes do corpo e a avaliar o estágio da doença. Ele também é usado para acompanhar a evolução dos casos. Na mama, pode ser usado como exame complementar para investigar as lesões.

Leia também: Meu pai teve câncer, eu posso ter? Entenda sobre hereditariedade

Ressonância magnética e contraste: quando fazer?

Em alguns casos, o médico pode pedir uma ressonância magnética com contraste para deixar as imagens mais nítidas. O contraste usado geralmente é à base de gadolínio e é aplicado na veia antes ou durante o exame. 

Essa substância ajuda a destacar certas estruturas do corpo e a diferenciar melhor possíveis lesões, o que pode ser importante na identificação de tumores, inflamações e outras alterações. Mesmo assim, o uso do contraste é sempre avaliado pelo médico e pela equipe de radiologia, levando em conta a situação de cada paciente.

Como se preparar e quem não pode fazer?

Para garantir a segurança e a qualidade do exame, o paciente precisa ter atenção a alguns pontos. O preparo para a ressonância magnética pode mudar de acordo com a parte do corpo que será avaliada, mas, no geral, é importante:

  • Informar o uso de medicamentos contínuos;
  • Usar roupas confortáveis e sem partes metálicas;
  • Retirar objetos de metal, como joias, cintos e próteses dentárias removíveis, antes do exame;
  • Fazer jejum de algumas horas, quando necessário (essa orientação é passada na marcação do exame).

Pessoas que têm dispositivos de metal implantados no corpo, como alguns tipos de marca-passo, precisam passar por avaliação antes do exame. Em alguns casos, o médico pode indicar outro tipo de exame de imagem.

Leia também: O que é ultrassom, como funciona, tipos e quando o exame é indicado

Quem não pode fazer ressonância magnética?

Por usar um campo magnético forte, a ressonância magnética tem algumas restrições, como:

  • Fragmentos de metal: a presença de pedaços de metal no corpo, como estilhaços, pode impedir a realização do exame;
  • Claustrofobia: pessoas com medo forte de espaços fechados podem precisar de sedação ou realizar o exame em aparelhos de ressonância abertos, quando disponíveis;
  • Gravidez: a ressonância magnética é considerada segura, mas costuma ser evitada no primeiro trimestre e só é feita quando o médico avalia que os benefícios são maiores que os riscos;
  • Dispositivos metálicos implantados: pessoas com marca-passo, desfibriladores, implantes cocleares, alguns tipos de clipes usados em aneurisma cerebral ou bombas de medicamentos podem não conseguir fazer o exame, porque o campo magnético pode interferir no funcionamento ou no posicionamento dos aparelhos.

É importante sempre avisar o médico e a equipe de radiologia sobre qualquer implante, prótese ou condição de saúde, pois isso ajuda a garantir a segurança e a qualidade do exame.

Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.

Bibliografia
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