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A ressonância magnética é um exame que usa um campo magnético para criar imagens do corpo; a realização exige avaliação médica e atenção às condições de segurança

A ressonância magnética não é indicada para quem tem dispositivos eletrônicos ou metais implantados no corpo por causa do campo magnético do equipamento. Esse campo pode movimentar metais, aquecer tecidos e afetar o funcionamento de aparelhos eletrônicos.
Pacientes com marcapasso antigo, desfibrilador, implante coclear ou alguns tipos de clipe de aneurisma podem ter risco durante o exame. Em alguns casos, estilhaços metálicos no corpo ou nos olhos também exigem avaliação antes da realização da ressonância.
A equipe de saúde faz uma triagem antes do exame para identificar essas situações e reduzir riscos durante o procedimento. Clínicos gerais são os médicos que podem pedir exames de ressonância magnética com segurança. A Rede Américas tem profissionais renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
A ressonância magnética é um exame de imagem que não usa radiação. Ela cria um campo magnético forte que alinha moléculas de água no corpo e usa ondas de rádio para formar imagens detalhadas de órgãos, ossos e tecidos.
As restrições existem por causa desse campo magnético intenso. Objetos metálicos podem se mover ou aquecer durante o exame, e dispositivos eletrônicos podem ter seu funcionamento alterado. Por isso, a equipe faz uma triagem antes da ressonância para verificar a segurança do paciente.
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Em algumas situações, o risco do exame é maior que o benefício, o que pode impedir sua realização. Esses casos são chamados de contraindicações absolutas e, na maioria das vezes, a ressonância não é feita. A decisão final sempre depende da avaliação da equipe médica, que analisa cada caso de forma individual.
Aparelhos eletrônicos podem ser danificados ou deixar de funcionar por causa do campo magnético do exame. Entre os principais casos estão:
Antes do procedimento, a equipe médica verifica qual dispositivo a pessoa tem e suas características para decidir se a ressonância pode ser feita com segurança ou se outro exame de imagem deve ser usado.
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Clipes usados em cirurgias de aneurisma cerebral, principalmente os feitos com material ferromagnético antes da década de 1990, podem se mover durante a ressonância por causa do campo magnético, o que pode causar sangramentos.
Componentes mais recentes, feitos de titânio, costumam ser compatíveis com o exame. Por isso, é importante apresentar o relatório da cirurgia para que a equipe confirme o tipo de material usado no implante antes de fazer a ressonância.
Implantes ou fragmentos metálicos que são atraídos por ímãs não são indicados para a ressonância magnética, pois podem se mover ou aquecer durante o exame.
Pequenos estilhaços de metal, principalmente próximos aos olhos ou a vasos sanguíneos importantes, exigem atenção especial antes da realização do procedimento. Pessoas que trabalham com solda ou em metalurgia podem precisar de avaliação mais cuidadosa.
Nesses casos, o médico pode pedir outros exames para garantir a segurança, como um raio-X da região dos olhos para verificar a presença de fragmentos metálicos.
Muitas condições não impedem o exame, mas precisam de uma avaliação cuidadosa e, em alguns casos, de preparo específico. Por isso, é importante sempre informar a equipe sobre cirurgias anteriores, implantes ou qualquer condição de saúde antes da ressonância.
A maioria das próteses ortopédicas atuais, como de quadril e joelho, além de pinos e placas de titânio, permite fazer a ressonância com segurança. Porém, esses materiais podem interferir na qualidade das imagens quando estão próximos da região que será avaliada.
Aparelhos ortodônticos fixos também costumam ser liberados, mas podem atrapalhar a visualização do crânio e do pescoço.
Alguns pigmentos usados em tatuagens antigas, principalmente nas cores preta ou vermelha, podem ter óxido de ferro na composição. Durante a ressonância, esses pigmentos podem aquecer e causar irritação na pele ou pequenas queimaduras.
Assim, é importante avisar a equipe técnica quando houver tatuagens grandes na área que será examinada, para que o exame seja monitorado com segurança.
A ressonância magnética é considerada segura na gravidez. Por precaução, o exame costuma ser evitado no primeiro trimestre, fase de formação dos órgãos do bebê, a menos que seja realmente necessário. O contraste à base de gadolínio não é indicado nesse período por poder atravessar a placenta.
Durante a amamentação, o aleitamento pode ser mantido após o uso de contraste, segundo orientações de instituições de saúde. A decisão deve ser discutida com o médico para definir a conduta certa em cada caso.
O contraste mais usado na ressonância magnética é o gadolínio. Ele é considerado seguro na maioria dos casos, mas em pessoas com insuficiência renal grave pode estar associado a uma complicação rara chamada fibrose sistêmica nefrogênica.
Por isso, pacientes com doença renal precisam fazer um exame de sangue antes, para avaliar a creatinina e verificar o funcionamento dos rins antes do uso do contraste.
O medo de espaços fechados pode dificultar a realização da ressonância magnética. O aparelho é um tipo de túnel que pode causar ansiedade em algumas pessoas. Quando isso acontece, existem opções que podem deixar o exame possível e mais confortável.
A comunicação com a equipe que vai fazer o exame é o primeiro passo. Então, fale sobre o medo para que possam oferecer ajuda se for necessário, já que existem soluções como:
Essas medidas ajudam a fazer o exame acontecer mesmo quando há ansiedade, sem afetar a segurança nem a qualidade das imagens.
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A preparação para fazer a ressonância magnética é considerada simples, mas importante para o exame ocorrer sem problemas. Antes de agendar e no dia da ressonância, o paciente deve tomar alguns cuidados para garantir que tudo aconteça de forma segura.
A ressonância magnética é um exame importante para o diagnóstico de diversas doenças. O entendimento das limitações e o cumprimento das orientações de segurança ajudam a fazer o procedimento com mais proteção e sem riscos desnecessários.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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