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A constipação intestinal, também chamada de “intestino preso”, prejudica o funcionamento de todo o organismo; o diagnóstico da causa ajuda a fazer o tratamento certo

A constipação intestinal, ou intestino preso, é um sintoma causado por diferentes problemas de saúde. Muitas vezes a dificuldade para ir ao banheiro indica a presença de doenças nas glândulas, no sistema nervoso ou na própria estrutura do intestino.
Diferente do ressecamento causado apenas pela falta de fibras, essa condição pode sinalizar quadros como hipotireoidismo, diabetes e síndrome do intestino irritável. Essas doenças alteram os movimentos dos músculos ou a comunicação dos nervos com o sistema digestivo, atrasando a saída das fezes.
O mau funcionamento do intestino prejudica o bem-estar e causa um acúmulo de resíduos no corpo, o que pode gerar dores, inchaço e uma sensação de peso que afeta a saúde. Identificar a causa dessa lentidão permite fazer o tratamento certo para cada pessoa.
Gastroenterologistas são os médicos que podem podem atender de maneira primária esse tipo de quadro. A Rede Américas conta com profissionais renomados atendendo em vários hospitais em todo o Brasil.
A constipação intestinal acontece quando a frequência de ir ao banheiro diminui ou existe uma dificuldade para as fezes passarem. Esse quadro ocorre porque o intestino grosso absorve água demais ou porque os movimentos dos músculos do sistema digestivo ficam lentos.
A passagem dos resíduos pelo corpo depende de uma sincronia entre os nervos e os músculos da parede do intestino. Se esse movimento sofre alguma falha, o conteúdo permanece parado por muito tempo e perde a umidade necessária para sair do organismo.
A medicina define essa condição pelas fezes endurecidas e pela sensação de entupimento no final do trato digestivo. O mau funcionamento do sistema altera o equilíbrio das bactérias boas e exige uma análise sobre como o corpo processa o que é consumido.
Leia também: Veja quais são os tratamentos disponíveis para constipação intestinal
Os sintomas do intestino preso aparecem quando a pessoa vai menos ao banheiro e precisa fazer muita força para evacuar. O corpo mostra essa lentidão por meio de mudanças no ritmo da digestão.
Os principais sinais incluem:
Quando o paciente sente esses incômodos por mais de três meses, pode ter um quadro crônico. O desconforto frequente também costuma tirar o apetite e causar um peso que atrapalha a rotina.
Leia também: O que tomar para constipação intestinal e aliviar incômodos indesejados
Existem vários problemas de saúde que podem atrapalhar a passagem das fezes pelo corpo. O funcionamento do intestino depende de hormônios e nervos que, quando afetados por algumas doenças, perdem o ritmo natural.
O hipotireoidismo acontece quando a tireoide trabalha menos do que o organismo precisa. Essa queda na produção de hormônios deixa o funcionamento de todo o corpo mais lento.
A falta desses hormônios atinge os músculos que movimentam o sistema digestivo, e o intestino passa a se mexer com menos força, o que atrasa a saída dos resíduos e resseca as fezes.
O diabetes é uma doença que mantém o açúcar no sangue muito alto por muito tempo. Esse excesso de açúcar acaba machucando os nervos que controlam os órgãos internos.
Quando esses nervos são atingidos, a comunicação entre o cérebro e o sistema digestivo falha. Sem o sinal certo para se mexer, o intestino para de empurrar o conteúdo e trava o fluxo natural de saída das fezes.
A síndrome do intestino irritável é um distúrbio que muda a sensibilidade e o movimento do intestino. Ela causa episódios frequentes de dor na barriga e mudanças na hora de ir ao banheiro.
Nesse quadro, os músculos do intestino podem sofrer espasmos ou ficar lentos demais. Essa irregularidade impede que os resíduos façam o caminho no tempo certo, causando a prisão de ventre.
A doença de Parkinson atinge o sistema nervoso e prejudica o controle dos movimentos de todo o organismo. Além dos tremores, ela afeta as funções do corpo que deveriam acontecer de forma automática.
O intestino sofre porque o organismo perde substâncias que ajudam a coordenar os movimentos dos músculos. O resultado é um trânsito muito devagar, que torna a ida ao banheiro difícil e menos frequente.
A diverticulite é a inflamação de pequenas bolsas que podem surgir na parede do intestino grosso, o que pode causar muita dor na barriga e mudar o funcionamento do sistema digestivo.
A inflamação deixa os tecidos inchados e pode apertar o canal por onde passam as fezes. Esse estreitamento dificulta a passagem do que a pessoa come e interrompe o ritmo normal das idas ao banheiro.
Além dessas condições, outros problemas de saúde menos frequentes atrapalham o ritmo do intestino. Doenças como a esclerose múltipla, o lúpus e até o câncer no intestino podem travar a saída das fezes. Lesões na coluna também interferem nos nervos que controlam a região, o que exige uma avaliação médica para entender como cada quadro afeta o corpo.
Alguns remédios usados para tratar outras condições de saúde podem causar o ressecamento das fezes como efeito colateral. Essas substâncias afetam a velocidade do funcionamento do intestino ou a quantidade de água que permanece no bolo fecal.
Os medicamentos que podem levar ao quadro de constipação intestinal são:
O uso frequente e sem orientação de laxantes também piora o quadro com o tempo.
Quando esses produtos são usados de forma exagerada, o organismo passa a depender do estímulo externo para funcionar, o que faz o intestino perder o seu movimento natural. Esse hábito irrita a parede do órgão e torna o quadro crônico, dificultando a recuperação do ritmo normal do corpo.
Mudanças no hábito de ir ao banheiro após o início de um novo tratamento devem ser informadas ao médico. O profissional pode avaliar o ajuste da dose ou a troca da medicação para evitar que a saúde digestiva seja prejudicada.
Leia também: Gastroenterologista: o que faz e quando consultar um especialista
O paciente deve buscar a orientação de um médico quando a dificuldade para ir ao banheiro se tornar frequente ou aparecer junto com sinais de alerta. O acompanhamento dessas mudanças ajuda a evitar que o problema se agrave e permite descartar doenças mais sérias.
Existem alguns sintomas que indicam a necessidade de uma consulta:
A persistência do intestino preso por mais de duas semanas, mesmo com o aumento da ingestão de água e fibras, também justifica a procura por um profissional. Nesses casos, o corpo pode estar sinalizando uma causa por trás da lentidão que precisa de diagnóstico.
O gastroenterologista é o médico indicado para investigar o funcionamento do sistema digestivo e definir o tratamento adequado. Consulte um especialista!
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