No Brasil, as doenças cardiovasculares são as principais causas de mortes representando aproximadamente 30%
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Aquela pontada no peito que aparece do nada. O coração que dispara sem motivo aparente no meio de uma reunião comum. Ou simplesmente aquele pedido do médico, no fim da consulta: “Vamos pedir um eletrocardiograma”. A partir daí, surgem dúvidas como: “Onde fazer o eletrocardiograma”? “Será que tenho algo grave?”.
O eletrocardiograma está entre os exames mais pedidos pelos cardiologistas e também por médicos de outras especialidades. Ele aparece entre os pedidos de quem já convive com alguma doença cardíaca, mas também pode aparecer entre os check-ups anuais, avaliações pré-operatórias e até em atendimentos de urgência.
A Rede Américas conta com cardiologistas em hospitais brasileiros e realiza o ECG em unidades como o Hospital Santa Paula, o Hospital Brasília, o Hospital da Bahia e o Hospital Pró-Cardíaco.
O eletrocardiograma é o exame que registra a atividade elétrica do coração. Cada batimento começa com um impulso elétrico que percorre o músculo cardíaco e comanda a contração das cavidades. O ECG capta esses impulsos por meio de eletrodos colados na pele e os transforma em um traçado de ondas, interpretado pelo cardiologista.
Esse traçado mostra o ritmo, a frequência e a força dos batimentos, permitindo identificar padrões considerados normais e desvios que merecem a atenção médica.
O ECG entra na rotina médica em situações bem diferentes entre si. Ele faz parte de check-ups de rotina, da avaliação pré-cirúrgica, dos exames ocupacionais e do acompanhamento de quem tem hipertensão, diabetes ou histórico de doença cardíaca na família.
Em prontos-socorros e ambulâncias, o eletrocardiograma é um dos primeiros exames pedidos diante de dor no peito, falta de ar, palpitação ou desmaio. O resultado sai em poucos minutos e orienta a equipe médica sobre os próximos passos.
Também é usado no acompanhamento de pacientes com marca-passo ou em uso de medicação para arritmia, para verificar se o tratamento está funcionando como esperado.
O eletrocardiograma identifica:
O ECG também ajuda a avaliar a frequência cardíaca e a detectar batimentos irregulares, acima de 100 ou abaixo de 60 por minuto.
O exame mostra a atividade elétrica do coração naquele momento específico. Alterações que aparecem apenas durante o esforço físico, por exemplo, podem exigir exames complementares, como o teste ergométrico.
Leia também: O que são arritmias cardíacas, quais seus sintomas e tratamentos?
O ECG não exige jejum nem preparo elaborado. A recomendação é usar roupas confortáveis, evitar cremes ou óleos na região do tórax. Se houver muitos pelos no local, é possível considerar a raspagem, para ajudar na fixação dos eletrodos.
Vale evitar café, cigarro, álcool e outros estimulantes nas horas anteriores ao exame. Essas substâncias podem alterar a frequência cardíaca e interferir no resultado. Chegar com alguns minutos de antecedência e permanecer em repouso antes do exame ajuda a garantir um registro mais fiel do ritmo cardíaco.
O paciente se deita numa maca, com o tórax, os pulsos e os tornozelos limpos com álcool. Nesses pontos, o técnico posiciona os eletrodos adesivos conectados por cabos ao aparelho de ECG.
Durante alguns minutos, é preciso permanecer em silêncio e parado. Qualquer movimento durante o exame pode interferir no traçado. O aparelho registra os impulsos elétricos e gera o gráfico que será interpretado pelo cardiologista.
O exame também não causa dor: os eletrodos apenas captam a atividade elétrica que já existe no corpo, sem enviar nenhum tipo de corrente ao paciente. O resultado costuma ficar pronto em alguns minutos, com o laudo assinado pelo médico responsável.
A Rede Américas reúne hospitais de referência em cardiologia em diferentes regiões do Brasil, com estrutura para realizar o eletrocardiograma tanto em consultas de rotina quanto em atendimentos de urgência.
Em São Paulo, o Hospital Santa Paula oferece o exame com equipe própria. No Distrito Federal, o Hospital Brasília atende com estrutura de alta complexidade. Em Salvador, o Hospital da Bahia é uma das referências no estado para exames e procedimentos cardiológicos. No Rio de Janeiro, o Hospital Pró-Cardíaco é uma das unidades da rede para esse tipo de avaliação.
A indicação do exame parte de uma consulta médica, que pode definir se há necessidade de exames complementares, como o ecocardiograma ou o teste ergométrico.
Pedir hipertensão, diabetes, histórico familiar de doença cardíaca ou que já tiveram algum evento cardiovascular costumam repetir o ECG conforme orientação do cardiologista. No geral, uma vez por ano ou em intervalos menores.
Procure atendimento de urgência diante de dor ou aperto no peito, falta de ar súbita, palpitações que não passam, tontura intensa ou desmaio. As doenças cardiovasculares estão entre as principais causas de morte no Brasil e o ECG é um dos exames que ajudam a identificar um problema cardíaco antes que ele se agrave.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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