A localização da inflamação define o diagnóstico. Entenda os sinais de cada quadro e a importância da avaliação médica
Resuma este artigo com IA:
Acompanhe nossos conteúdos com prioridade no Google

Começa com um leve incômodo, uma sensação de arranhado na garganta ao acordar. Ao longo do dia, engolir se torna uma tarefa dolorosa.
A dor de garganta é um sintoma extremamente comum, mas por trás dela podem existir diagnósticos diferentes, principalmente amigdalite e faringite. Embora parecidas, a diferença fundamental entre elas está na localização exata da inflamação.
Se os sintomas persistirem ou forem intensos, procure atendimento médico. Agende uma consulta na Rede Américas e cuide da sua saúde.
A faringite é a inflamação da faringe. A faringe é a estrutura que conecta a parte de trás do nariz e da boca ao esôfago e à laringe. De forma simples, é a parede posterior e superior da garganta.
Quando essa área inflama, a dor costuma ser mais espalhada, descrita muitas vezes como uma garganta "arranhando" ou "queimando". Geralmente, a inflamação está associada a outros sintomas de resfriado ou gripe, como:
Na maioria das vezes, a inflamação é causada por vírus e tende a se resolver com repouso, hidratação e medicamentos sintomáticos, sempre com orientação profissional.
A amigdalite, também chamada de tonsilite, é a inflamação focada nas amígdalas (ou tonsilas palatinas). Elas são duas massas de tecido linfoide, semelhantes a gânglios, localizadas uma de cada lado no fundo da garganta. Sua função é atuar como uma primeira barreira de defesa do sistema imunológico.
Quando inflamam, a dor é mais aguda e localizada, piorando significativamente ao engolir alimentos ou até mesmo saliva. É comum que a pessoa sinta também os gânglios do pescoço inchados e doloridos.
Outros sinais sugestivos do processo inflamatório incluem febre mais alta, mal-estar geral. Em pacientes com quadro bacteriano, a presença de placas de pus (pontos brancos ou amarelados) são visíveis nas amígdalas.
A principal distinção é anatômica. Enquanto a faringite afeta a "parede" do fundo da garganta, a amigdalite afeta as "bolinhas" laterais. Um médico consegue fazer essa diferenciação facilmente com um exame visual.
Para o paciente, os sintomas são a melhor pista. A tabela abaixo resume as diferenças mais comuns:
Ambas as condições, embora afetem regiões distintas da garganta, podem ocorrer simultaneamente, um quadro que é então chamado de faringotonsilite. Essa coexistência é um dos motivos frequentes para a prescrição de antibióticos.
Nesses casos, os sintomas se sobrepõem, combinando a dor difusa da faringite com a dor aguda ao engolir da amigdalite. O quadro geral tende a ser mais intenso e desconfortável, exigindo atenção médica para o diagnóstico correto.
Tanto a faringite quanto a amigdalite podem ser causadas por vírus ou bactérias. Essa distinção é fundamental, pois o tratamento muda completamente. Veja a seguir:
Apenas um profissional de saúde pode determinar a causa provável da infecção e indicar o tratamento correto.
O diagnóstico é primariamente clínico. O médico irá ouvir a descrição da sintomatologia e realizar um exame físico, inspecionando a garganta com uma fonte de luz e um abaixador de língua.
Durante o exame, ele observará o local e a intensidade da vermelhidão, o tamanho das amígdalas e a presença ou ausência de pus. Se houver suspeita de uma infecção bacteriana por estreptococos, o especialista pode solicitar um teste rápido de antígeno ou uma cultura de orofaringe, que coleta uma amostra da secreção da garganta com um cotonete.
Embora muitas dores de garganta melhorem sozinhas, alguns sinais de alerta indicam a necessidade de procurar um médico. A automedicação, principalmente com antibióticos, é perigosa e deve ser evitada. Procure atendimento se você apresentar:
O diagnóstico correto é o primeiro passo para um tratamento eficaz e seguro, evitando o uso desnecessário de medicamentos e prevenindo complicações.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
NAVEGUE PELAS NOSSAS UNIDADES

R. Jaguaruna, 105 - Campo Grande, Rio de Janeiro - RJ, CEP 23080-160
(21) 3316-2900

Av. Prof. Magalhães Neto, 1541 - Pituba, Salvador - BA, CEP 41810-011
(71) 4020-0057

QMSW 4 - Sudoeste, Brasília - DF
(61) 2196-5300

Av. Santo Amaro, 2468 - Brooklin Paulista, São Paulo - SP, CEP 04556-100
(11) 3040-8000

Tv. Frederico Pamplona, 32 - Copacabana, Rio de Janeiro - RJ, CEP 22061-080
(21) 2545-4000

R. Conselheiro Brotero, 1486 - Higienópolis, São Paulo - SP, CEP 01232-010
(11) 3821-5300

Tv. Lasalle, 12 - Centro, Niterói - RJ, CEP 24020-096
(21) 2729-1000