A infecção respiratória pode começar com sinais parecidos aos de um resfriado; em alguns casos, pode evoluir e atingir os pulmões, causando pneumonia e insuficiência respiratória
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Os sintomas de uma infecção respiratória variam de acordo com a doença e a região do sistema respiratório afetada. Tosse, febre, coriza, dor de garganta, nariz entupido e falta de ar estão entre os sinais mais comuns.
A infecção pode atingir as vias aéreas superiores, como nariz, garganta e seios da face, ou as vias aéreas inferiores, como brônquios e pulmões. Em muitos casos, os sintomas melhoram com repouso, hidratação e outros cuidados indicados pelo médico.
Alguns quadros, porém, podem evoluir e exigir um tratamento específico ou atendimento de urgência em unidades de saúde, principalmente quando existe dificuldade para respirar ou comprometimento dos pulmões.
Pneumologistas são os médicos que atendem pacientes com infecções respiratórias, fazendo o diagnóstico e indicando o tratamento certo. A Rede Américas conta com especialistas renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
A infecção respiratória acontece quando vírus, bactérias ou fungos invadem alguma parte do sistema respiratório. Esse sistema é dividido em duas regiões: as vias aéreas superiores, que incluem nariz e garganta, e as vias aéreas inferiores, onde ficam brônquios e pulmões.
A região afetada influencia os sintomas e a gravidade da doença, e, por isso, os quadros podem variar desde uma dor de garganta até problemas mais graves, como pneumonia, que exigem avaliação e tratamento médico.
As infecções das vias aéreas superiores são as mais comuns e, na maioria dos casos, também as menos graves. Elas afetam regiões como o nariz, os seios da face, a garganta e a laringe, e fazem parte desse grupo doenças como resfriado, sinusite, faringite e laringite.
Em geral, os sintomas costumam ficar concentrados nessas regiões.
As infecções das vias aéreas inferiores afetam traqueia, brônquios e pulmões, e fazem parte desse grupo doenças como bronquite, bronquiolite e pneumonia. Esses quadros costumam ter mais risco de complicações porque podem comprometer a respiração.
Leia também: O que é bronquiolite, quais são as causas e como é feito o tratamento
Os sintomas de uma infecção respiratória variam de acordo com a região afetada e com o microrganismo responsável pela doença. Ainda assim, alguns sinais são comuns e ajudam a identificar o problema e o momento de procurar atendimento médico:
Em muitos casos, o médico avalia, além dos sinais presentes, a forma como os sintomas aparecem e evoluem com o passar dos dias. Essa análise ajuda a diferenciar quadros leves de situações que precisam de investigação e tratamento específico.
Leia também: Diferença entre rinite e sinusite: veja sintomas e como tratar cada uma
A região afetada pela infecção influencia os sintomas e a intensidade com que eles aparecem. Em geral, as infecções que atingem a traqueia, os brônquios e os pulmões costumam causar sintomas mais fortes do que aquelas que afetam só o nariz.
A intensidade dos sintomas depende, além da região afetada, da forma como o organismo da pessoa reage à infecção. Por isso, dois pacientes com a mesma doença podem apresentar sinais diferentes.
Boa parte das infecções respiratórias, principalmente as causadas por vírus, melhora sem causar complicações. Alguns sinais, porém, podem indicar que o quadro se agravou e exigem atendimento médico. Nesses casos, é importante procurar um hospital se tiver:
Em crianças pequenas, também é importante ficar atento a sintomas como respiração muito rápida, afundamento da pele entre as costelas durante a respiração, gemidos e recusa para mamar ou se alimentar.
Leia também: O que causa a pneumonia? Conheça os agentes por trás da doença
Ao aparecerem os primeiros sintomas de uma infecção respiratória, alguns cuidados podem ajudar na recuperação e aliviar o desconforto. Manter uma boa hidratação, com água, chás e sopas, por exemplo, ajuda a deixar as secreções mais fluidas.
Em muitos casos, sinais como dor de garganta, tosse e nariz entupido melhoram sozinhos.
O repouso também faz parte do tratamento, pois ajuda o organismo a combater a infecção. A automedicação deve ser evitada, principalmente com antibióticos, que não funcionam contra vírus e, quando usados sem indicação, podem favorecer a resistência das bactérias.
Mesmo quando os sintomas parecem leves, a avaliação médica é importante para confirmar o diagnóstico e indicar o tratamento certo, já que o profissional de saúde é quem pode identificar a causa da infecção e definir a conduta indicada para cada caso.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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