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A herpes labial é uma infecção causada por vírus que pode provocar feridas nos lábios; a transmissão acontece, principalmente, pelo contato direto

A herpes labial é uma infecção causada por vírus que provoca bolhas e feridas nos lábios. Os sintomas costumam começar com formigamento, ardência ou coceira e, depois, aparecem bolhas que podem se romper, formar crostas e cicatrizar após alguns dias.
O quadro é causado pelo vírus herpes simples tipo 1 (HSV-1), que segue no organismo após a primeira infecção e pode voltar a se manifestar ao longo da vida. As crises podem surgir em em períodos de estresse ou quando as defesas do corpo estão baixas.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 3,8 bilhões de pessoas com menos de 50 anos têm infecção pelo HSV-1, a principal causa do herpes oral. Muitas dessas pessoas não apresentam sintomas, mas ainda podem transmitir o vírus.
Infectologistas são os médicos que podem diagnosticar e indicar os tratamentos certos para o quadro. A Rede Américas conta com profissionais renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
A herpes labial é uma infecção viral que afeta a região da boca e dos lábios. O quadro é causado pelo vírus herpes simples, geralmente o tipo 1 (HSV-1). Depois da infecção, o vírus segue no corpo de forma “adormecida”, alojado nos nervos, e pode voltar a aparecer.
As manifestações mais visíveis são as lesões que aparecem nos lábios ou ao redor da boca. Elas surgem em ciclos e costumam começar com sensação de incômodo, como formigamento ou ardência, evoluindo depois para bolhas e feridas.
O vírus herpes simples tipo 1 (HSV-1) é o principal causador do herpes labial. A primeira infecção, que geralmente acontece na infância, pode não apresentar sintomas ou pode vir com sinais mais fortes, como febre e inflamação na boca, chamada de estomatite.
Depois dessa infecção inicial, o HSV-1 se desloca para os gânglios nervosos e fica “adormecido” no organismo. Em alguns momentos, o vírus pode ser reativado por alguns fatores, o que leva ao aparecimento das lesões na boca e nos lábios.
Mesmo assim, ter o vírus no corpo não significa que a pessoa terá crises o tempo todo. O que existe é uma maior chance de reativação em determinadas situações, como períodos de estresse, exposição ao Sol e outras.
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A herpes labial não aparece de repente, pois costuma evoluir em etapas. Quando a pessoa conhece essas fases, consegue entender melhor o que está acontecendo e pode começar o tratamento mais cedo, ajudando a diminuir os sintomas.
Essa é a fase inicial e acontece algumas horas ou até um ou dois dias antes de aparecerem as lesões. Os sintomas mais comuns são formigamento e sensação de queimação no local onde as bolhas vão surgir. Também pode haver coceira, ardência ou dor.
No geral, essa etapa indica que as lesões estão prestes a aparecer e pode ser o momento de começar o tratamento antiviral, quando indicado pelo médico, para tentar diminuir a intensidade e o tempo da crise.
Depois da fase prodrômica, começam a aparecer bolhas com líquido transparente. Elas costumam aparecer em grupo, formando um “cacho”, principalmente na borda dos lábios, mas também podem surgir no queixo, no nariz e, mais raramente, dentro da boca.
Essas bolhas podem causar dor e a pele ao redor pode ficar vermelha e inchada. Nessa fase, a lesão é muito contagiosa, já que o líquido das bolhas concentra grande quantidade do vírus.
Após alguns dias, as bolhas estouram e liberam o líquido, deixando pequenas feridas abertas, úmidas e superficiais, chamadas de úlceras. Essa costuma ser a fase mais dolorosa e incômoda do herpes labial para o paciente.
Essas feridas podem sangrar e ficam mais expostas a infecções por bactérias, principalmente se não tiver o cuidado certo. O contato com a boca, a alimentação e até falar pode aumentar a dor.
Quando as úlceras começam a secar, aparece uma crosta amarelada ou marrom. Essa crosta ajuda a proteger a área e indica que o processo de cicatrização já começou. Não se deve coçar ou retirar essa crosta, porque isso pode atrasar a cura e aumentar o risco de infecção ou marcas na pele. Nessa fase, é comum sentir repuxamento e desconforto.
Com o tempo, a crosta cai sozinha e a pele nova aparece por baixo, mais rosada. Em geral, a lesão cicatriza por completo sem deixar marcas, quando não há complicações.
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É comum confundir herpes labial com outras lesões da boca, como as aftas, mas existem diferenças. As aftas são feridas que não são contagiosas e aparecem, em geral, na parte interna da boca, como língua, gengiva e bochechas. Elas não aparecem a partir de bolhas e não são causadas por um vírus específico, como no caso do herpes.
A herpes labial é causada pelo vírus herpes simples tipo 1 e não é considerada uma infecção sexualmente transmissível (IST) no sentido mais comum do termo, já que a transmissão acontece principalmente pelo contato com a saliva ou com lesões.
Ainda assim, o vírus pode ser transmitido para a região genital em situações de sexo oral, causando herpes genital.
A herpes genital costuma estar mais relacionada ao HSV-2, mesmo que os dois tipos de vírus possam estar envolvidos em diferentes áreas do corpo. Nesses casos, a avaliação médica é importante para identificar cada caso do jeito certo.
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O vírus HSV-1 fica “adormecido” no corpo, mas alguns fatores podem reativá-lo e provocar uma nova crise, e os mais comuns incluem:
Esses fatores afetam o equilíbrio do corpo e podem fazer o vírus voltar a se manifestar em alguns momentos. A frequência e a intensidade das crises podem variar de pessoa para pessoa.
A herpes labial é muito contagiosa e pode ser transmitida por contato direto com as lesões, saliva ou secreções orais de uma pessoa infectada, o pode ocorrer por meio de:
O período de maior contágio é quando as bolhas estão presentes e quando as úlceras estão abertas e úmidas. Mesmo assim, a transmissão também pode acontecer, embora com menor frequência, mesmo quando não existem lesões visíveis.
A prevenção da herpes labial envolve tanto evitar a transmissão quanto diminuir os gatilhos que levam às crises. Sendo assim, é importante:
No geral, esses cuidados ajudam a diminuir o risco de novas crises e também reduzem a chance de transmitir o vírus para outras pessoas.
Embora o herpes labial geralmente suma sozinho, buscar um médico é importante para ter:
Assim, deixar o herpes labial sem tratamento pode prolongar o período de dor e desconforto, aumentar o risco de infecções secundárias e, em algumas situações, levar a quadros mais graves. A avaliação de um médico é indicada em todos os casos.
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Não há cura para a herpes labial, mas os tratamentos focam em aliviar os sintomas, acelerar a cicatrização e diminuir a frequência e intensidade das crises. Os principais métodos incluem:
Seguir as orientações médicas sobre dose e tempo de uso dos medicamentos faz diferença no resultado do tratamento. O uso por conta própria pode não funcionar bem e ainda dificultar a identificação de outros problemas de saúde.
Uma crise de herpes labial geralmente dura entre sete e 14 dias, podendo chegar a cerca de 15 dias até a cicatrização completa. O quadro passa por fases como formigamento, surgimento de bolhas, feridas e formação de crostas. O tempo de duração pode variar de pessoa para pessoa e depende também de quando o tratamento é iniciado.
Níveis baixos de vitamina D no organismo podem deixar a cicatrização mais lenta. E casos mais fortes ou em pessoas com o sistema imunológico mais fraco também podem durar mais tempo. Ao primeiro sinal de recorrência, a avaliação médica pode ajudar a reduzir a duração e a intensidade dos sintomas.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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