A mastectomia total é uma cirurgia que remove toda a mama como parte do tratamento do câncer; a indicação depende do tipo da doença, do tamanho do tumor e do estado de saúde
Resuma este artigo com IA:
Acompanhe nossos conteúdos com prioridade no Google

A mastectomia total é uma cirurgia que retira toda a mama para tratar alguns casos de câncer de mama. Médicos também podem indicar o procedimento para pessoas com alto risco de desenvolver a doença por causa de alterações genéticas.
A escolha pela cirurgia depende de fatores como tipo do câncer, tamanho do tumor, avanço da doença e estado de saúde da paciente. A reconstrução da mama pode acontecer na mesma cirurgia ou em outro momento do tratamento.
Depois do procedimento, a recuperação exige cuidados com os pontos, descanso e limitação de alguns movimentos do braço e do ombro. Além da cirurgia, o tratamento pode incluir quimioterapia, radioterapia, hormonioterapia e outros medicamentos.
Mastologistas são os médicos que podem acompanhar o diagnóstico e o tratamento de pacientes com câncer de mama. A Rede Américas conta com profissionais renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
A mastectomia total, também chamada de mastectomia simples, é uma cirurgia que remove toda a mama. O procedimento inclui a retirada da glândula mamária, da aréola, do mamilo e de grande parte da pele da região e tem como objetivo retirar o tecido afetado pelo câncer.
O procedimento é uma das cirurgias mais feitas no tratamento do câncer de mama, e é considerado seguro, inclusive para pacientes com outras condições de saúde que exigem mais cuidados durante o tratamento.
Diferente da mastectomia radical, mais usada no passado, a mastectomia total costuma preservar os músculos peitorais que ficam abaixo da mama. Isso ajuda na recuperação dos movimentos do braço e reduz parte dos impactos físicos depois da cirurgia.
A decisão pela mastectomia total acontece de forma individual, depois da avaliação da equipe médica. Assim, o mastologista analisa fatores como tipo do câncer, tamanho do tumor, estágio da doença e estado de saúde da paciente antes de indicar a cirurgia.
Durante esse processo, os profissionais envolvidos também explicam os benefícios, os riscos e as possibilidades de tratamento em cada caso. Por isso, as principais indicações da mastectomia total incluem:
Em alguns casos, a reconstrução da mama pode ser feita na mesma cirurgia ou em outro momento do tratamento. Mais uma vez, essa decisão depende do estado de saúde da paciente e da avaliação da equipe médica.
Leia também: Fatores de risco para o câncer de mama: entenda e previna
A mastectomia total é um dos tipos de cirurgia usados no tratamento do câncer de mama. No geral, cada uma é indicada de acordo com as características da doença e da paciente, e os procedimentos podem ser divididos em:
Além da retirada da mama, o mastologista pode avaliar os linfonodos da axila, que são pequenas estruturas responsáveis pela defesa do organismo. Esse cuidado ajuda a identificar se as células do câncer se espalharam para outras regiões do corpo.
Para isso, a equipe médica pode fazer a biópsia do linfonodo sentinela, que analisa o primeiro linfonodo que recebe a drenagem da mama. Em alguns casos, também pode ser preciso retirar mais linfonodos da axila, procedimento conhecido como esvaziamento axilar.
Leia também: Sintomas do câncer de mama: aprenda a identificar e saiba como agir
A mastectomia total é feita com anestesia geral, ou seja, a paciente permanece dormindo durante toda a cirurgia. O procedimento costuma durar entre duas e três horas, mas esse tempo pode aumentar quando a reconstrução da mama acontece na mesma operação.
Depois da cirurgia, a paciente costuma ficar no hospital por um ou dois dias para acompanhamento. Durante esse período, é comum o uso de drenos cirúrgicos, tubos finos colocados na região operada para retirar o excesso de líquido e reduzir o risco de acúmulo.
A recuperação em casa exige repouso e cuidados com os curativos e com a cicatrização. Em muitos casos, a fisioterapia também faz parte do tratamento para ajudar na recuperação dos movimentos do braço e do ombro do lado operado.
A recuperação da mastectomia total também envolve questões emocionais. Mudanças no corpo, rotina de tratamento e impactos na autoestima fazem parte desse processo. Por isso, apoio psicológico, suporte da família e acompanhamento especializado ajudam no cuidado.
Leia também: Como fazer exame de toque na mama: veja passo a passo e frequência
Para muitas mulheres, a reconstrução mamária faz parte do processo de recuperação depois da retirada da mama. O procedimento ajuda a reconstruir o formato da mama e pode contribuir para o bem-estar físico e emocional da paciente, podendo ser uma:
As técnicas de reconstrução da mama podem variar em cada caso. O procedimento pode ser feito com implantes de silicone ou com tecidos retirados do próprio corpo da paciente.
A escolha do tipo de reconstrução e do momento certo para a cirurgia deve ser discutida entre a paciente e o mastologista. No Brasil, pacientes que passam pela mastectomia têm direito à reconstrução mamária pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e planos de saúde.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
NAVEGUE PELAS NOSSAS UNIDADES