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Quando as plaquetas estão baixas, o sangue demora mais para coagular e o risco de sangramentos aumenta; o diagnóstico certo ajuda a evitar complicações

Plaquetas baixas, chamadas de trombocitopenia, acontecem quando a quantidade dessas células no sangue fica abaixo do normal. Isso pode ocorrer quando o corpo produz menos plaquetas, destrói mais do que deveria ou quando elas ficam acumuladas no baço.
Infecções virais, como dengue e zika, estão entre as causas mais comuns para a queda temporária. Falta de ferro, vitamina B12 e ácido fólico também pode atrapalhar a produção dessas células. Em alguns casos, o próprio sistema de defesa as ataca.
Com menos plaquetas, o sangue demora mais para coagular e o risco de sangramentos aumenta. Manchas roxas na pele, sangramento na gengiva e feridas que demoram a parar de sangrar são sinais de alerta.
Hematologistas são os médicos que podem acompanhar o diagnóstico e o tratamento de pacientes com níveis baixos de plaquetas no sangue. A Rede Américas conta com profissionais renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
As plaquetas, também chamadas de trombócitos, são pequenas partes das células do sangue produzidas na medula óssea. Elas ajudam a estancar sangramentos, formando um “tampão” quando um vaso sanguíneo se rompe. Por isso, servem para evitar hemorragias.
A quantidade considerada normal costuma ficar entre 150.000 e 450.000 por microlitro de sangue. Quando esse número cai abaixo do mínimo, o quadro recebe o nome de trombocitopenia ou plaquetopenia, e isso pode acontecer por três motivos principais:
Esses problemas podem acontecer juntos ou separados, e descobrir a causa ajuda o médico a definir o tratamento certo para cada paciente.
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Níveis baixos de plaquetas são um sinal, não uma doença. Várias situações podem fazer o número dessas células cair, o que engloba desde problemas passageiros até doenças que precisam de tratamentos mais longos.
No geral, esse quadro pode acontecer quando o próprio sistema de defesa ataca as plaquetas, durante tratamentos como a quimioterapia, por falhas na produção na medula óssea ou por condições genéticas da família.
Quando a medula óssea não funciona bem, a produção das células do sangue pode cair. Isso pode acontecer em doenças do sangue, como leucemia, linfomas e anemia aplástica, que afetam essa produção.
Tratamentos contra o câncer, como quimioterapia e radioterapia, também podem diminuir temporariamente a atividade da medula como efeito colateral. Além disso, algumas infecções virais, como HIV e hepatite C, podem atingir essas células e diminuir a produção.
Em outros casos, alterações genéticas herdadas desde o nascimento interferem na formação das células do sangue, o que pode exigir acompanhamento médico específico com um hematologista.
Nesse caso, a medula produz as plaquetas normalmente, mas elas são destruídas mais rápido do que o esperado no sangue. Esse quadro pode ser causado por algumas doenças, como:
Para confirmar a causa das plaquetas baixas, o médico precisa avaliar o caso e pedir exames, e o tratamento muda de acordo com o que for identificado pelo especialista.
O baço costuma guardar cerca de um terço das plaquetas do corpo. Quando ele aumenta de tamanho, como em casos de cirrose avançada, pode reter até 90% dessas células, o que reduz a quantidade que circula no sangue.
A produção das células do sangue depende de alguns nutrientes. A falta de vitamina B12 e de ácido fólico, por exemplo, pode fazer a medula óssea não funcionar direito, o que pode levar à queda das plaquetas e, muitas vezes, aparecer junto com outros tipos de anemia.
Vários medicamentos podem causar queda das plaquetas como efeito colateral, como alguns diuréticos, antibióticos e anticonvulsivantes. Por isso, é importante que o paciente sempre informe ao médico todos os medicamentos que usa.
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Uma queda leve a moderada nas plaquetas pode acontecer na gravidez, o que é chamado de trombocitopenia gestacional. Em geral, aparece no fim da gestação, não traz risco importante para a mãe e o bebê e costuma voltar ao normal depois do parto. Mesmo assim, o acompanhamento médico é importante para diferenciar o quadro de causas graves.
Existe uma situação chamada pseudotrombocitopenia, ou “falsa plaquetopenia”. Nesse caso, as plaquetas se juntam no tubo de coleta por causa de uma reação com uma substância do frasco, o EDTA, o que faz o exame mostrar o nível mais baixo do que o real.
Se não tiver sinais de sangramento, o médico pode pedir um novo exame com outro tipo de tubo, que usa uma substância diferente, como o citrato de sódio, para confirmar o resultado.
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Muitas vezes, a queda leve das plaquetas não causa sintomas e só aparece em exames de rotina. Mas, quando o número cai mais, os sinais de alerta estão ligados a situações como:
No geral, sangramentos frequentes ou que demoram a parar precisam de avaliação médica, principalmente quando aparecem sem motivo.
Qualquer exame de sangue que mostre plaquetas baixas deve ser avaliado por um médico, que é o responsável por decidir se é preciso tratar e qual tratamento usar. Muitas vezes, é indicada a consulta com um hematologista, especialista em doenças do sangue.
A urgência é maior quando o número de plaquetas está muito baixo ou quando existem sinais de sangramento. O tratamento depende da causa e pode envolver o acompanhamento médico e o uso de remédios ou outras terapias.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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