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A inflamação das amígdalas pode causar dor na garganta, febre e dificuldade para engolir; sintomas como manchas de pus e febre alta precisam de atendimento médico

Amígdalas inflamadas causam dor na garganta, dificuldade para engolir, febre e irritação na boca e no pescoço. O problema costuma aparecer por causa de infecções causadas por vírus ou bactérias.
Além da dor, as amígdalas podem ficar inchadas e com placas esbranquiçadas ou pus. Algumas pessoas também percebem caroços doloridos no pescoço, conhecidos como ínguas. Crianças e adolescentes costumam ter esse problema com mais frequência.
Os sintomas do quadro variam conforme a causa da infecção. Casos causados por vírus geralmente melhoram em poucos dias. Já infecções bacterianas podem precisar de antibióticos após avaliação médica.
Otorrinolaringologistas são os médicos que podem acompanhar o diagnóstico e o tratamento de pacientes com amígdalas inflamadas. A Rede Américas conta com profissionais renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
As amígdalas são duas estruturas localizadas no fundo da garganta. No geral, elas ajudam o sistema imunológico do corpo humano a identificar e combater vírus e bactérias que entram pelo nariz e pela boca.
Por funcionarem como uma barreira de proteção, as amígdalas ficam em contato frequente com microrganismos. Quando o organismo não consegue combater esses agentes de forma eficiente, a região pode inflamar, causando a amigdalite.
Durante uma infecção, as amígdalas podem ficar inchadas, avermelhadas e com placas ou pus. Esse quadro é diferente de um inchaço passageiro e pode indicar a necessidade de avaliação médica e tratamento adequado.
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Os sintomas da amigdalite podem aparecer de forma leve ou intensa, mas costumam causar desconforto na garganta. Na maioria dos casos, o médico identifica a possível causa da inflamação avaliando a combinação dos sinais, que podem incluir:
Sinais que não melhoram, febre alta, dificuldade para respirar ou dificuldade para comer precisam de atenção médica. Em alguns casos, o profissional de saúde pode pedir exames para identificar a causa da infecção e indicar o tratamento certo.
A identificação da causa da amigdalite é importante porque o tratamento varia conforme o tipo de infecção. A maioria dos casos, principalmente em crianças pequenas, acontece por causa de vírus. Alguns sintomas podem ajudar a diferenciar os quadros, mas só a avaliação de um especialista pode confirmar o diagnóstico.
O uso de antibióticos sem orientação médica pode atrapalhar o tratamento e aumentar a resistência das bactérias aos remédios. Por isso, esses medicamentos só devem ser usados com a indicação de um especialista.
A amigdalite viral costuma ser causada pelos mesmos vírus do resfriado comum. Na maioria dos casos, o próprio organismo consegue combater a infecção. Durante esse período, o tratamento busca aliviar os sintomas enquanto o sistema imunológico age, algo que geralmente leva entre cinco e sete dias.
A amigdalite bacteriana é menos comum, mas pode causar complicações quando não recebe o tratamento certo. Em alguns casos, a infecção pode provocar acúmulo de pus na garganta ou problemas inflamatórios em outras partes do corpo, como a febre reumática.
O tratamento costuma incluir antibióticos prescritos por um médico. Mesmo com melhora dos sintomas, o remédio deve ser usado até o fim do período indicado para eliminar totalmente a bactéria.
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O diagnóstico da amigdalite costuma ser feito pela avaliação dos sintomas e pelo exame da garganta feito por um médico, como um otorrinolaringologista. Durante a consulta, o profissional observa o aspecto das amígdalas e verifica sinais no pescoço, como ínguas.
Quando existe suspeita de infecção bacteriana, o médico pode pedir exames feitos com um cotonete passado na garganta para coletar secreções da região. Esses testes ajudam a identificar a presença de bactérias.
A indicação de antibióticos leva em conta os sintomas, o exame físico e, em alguns casos, os resultados laboratoriais. Sozinho, um exame nem sempre consegue confirmar a causa da dor de garganta.
Durante a recuperação, alguns cuidados podem ajudar a aliviar a dor e o desconforto. Nesses casos, as medidas melhoram os sintomas, mas não eliminam a infecção, e podem incluir:
Remédios para dor e febre devem ser usados com orientação médica, principalmente em crianças. E pacientes com sintomas fortes ou que pioram com o passar dos dias precisam de avaliação médica.
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O uso de remédios deve acontecer só com orientação médica. A automedicação, principalmente com antibióticos, pode trazer riscos à saúde.
A avaliação do especialista ajuda a identificar a gravidade da inflamação e a necessidade do tratamento adequado. Em alguns casos, o tamanho das amígdalas e a presença de pus podem indicar infecção bacteriana.
Os antibióticos funcionam só contra bactérias e não fazem efeito em infecções virais. O uso sem necessidade pode causar efeitos colaterais e aumentar a resistência das bactérias aos medicamentos, um problema apontado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Para aliviar dor e febre, o médico pode indicar remédios analgésicos e anti-inflamatórios tanto nos casos virais quanto bacterianos.
O inchaço em só uma das amígdalas é menos comum e precisa de avaliação médica rápida. Em alguns casos, o problema pode indicar um abscesso peritonsilar, que é um acúmulo de pus atrás da amígdala e pode exigir drenagem.
Além disso, pequenas cavidades das amígdalas podem acumular resíduos, causando inchaço, desconforto e dificuldade para engolir. Esse quadro pode se parecer com uma infecção, mesmo sem a presença de vírus ou bactérias ativas.
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A amigdalectomia é a cirurgia feita para remover as amígdalas. O procedimento costuma ser indicado em casos de infecções bacterianas frequentes ou quando as amígdalas aumentadas causam dificuldade para respirar, como na apneia do sono.
Como a amigdalite pode ser transmitida por vírus e bactérias, os cuidados para prevenção são parecidos com os de outras infecções respiratórias. Assim, algumas medidas de higiene ajudam a reduzir o risco de contágio, como:
Além disso, quem está com sintomas de infecção na garganta deve evitar contato próximo com outras pessoas até melhorar, já que esse cuidado também ajuda a reduzir a transmissão de vírus e bactérias.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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