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A cistite é uma infecção urinária que acontece quando bactérias chegam à bexiga; o quadro pode estar relacionada a hábitos de higiene e ao costume de segurar a urina

A cistite não é transmissível, pois é uma inflamação ou infecção na bexiga causada, na maioria das vezes, por bactérias do próprio organismo. O problema acontece quando microrganismos da região intestinal ou genital vão para a uretra e chegam ao trato urinário.
Mesmo que o contato íntimo possa facilitar esse deslocamento bacteriano, a condição não é considerada uma infecção sexualmente transmissível (IST). A anatomia feminina favorece o surgimento do quadro por causa da uretra mais curta comparada à masculina.
Fatores como baixa ingestão de líquidos, hábitos de higiene inadequados e retenção prolongada da urina contribuem para a proliferação desses microrganismos. O corpo responde com sintomas como ardência, vontade frequente de urinar e dor na região pélvica.
Urologistas são os médicos que podem acompanhar o diagnóstico e o tratamento de pacientes com cistite. A Rede Américas conta com profissionais renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
A cistite é a inflamação da parede da bexiga. Na maioria dos casos, essa inflamação acontece por uma infecção bacteriana, sendo a bactéria Escherichia coli, presente naturalmente no intestino, responsável por muitos diagnósticos.
A infecção ocorre quando bactérias da região perineal ou anal entram na uretra e sobem até a bexiga, onde se multiplicam. A anatomia feminina, com uretra mais curta e próxima ao ânus, facilita esse processo, o que torna as mulheres mais suscetíveis à condição.
O termo “infecção do trato urinário” é amplo e descreve toda infecção no sistema urinário. A cistite é o tipo mais comum e afeta a bexiga, que faz parte do trato urinário inferior.
Quando a infecção chega aos rins, o quadro recebe o nome de pielonefrite, que é mais grave. Já a uretrite é a inflamação da uretra, que pode ter diferentes causas, incluindo algumas infecções sexualmente transmissíveis.
Leia também: O que causa infecção no rim? Veja sintomas, causas e tratamentos
A cistite não é uma IST e, por isso, não passa de uma pessoa para outra pelo contato sexual. A infecção acontece por bactérias que já vivem no próprio corpo.
Segundo o Ministério da Saúde, a cistite não é uma doença contagiosa e não é transmitida entre parceiros. Mesmo assim, a relação sexual não transmite a infecção, mas pode facilitar a entrada de bactérias do próprio corpo na uretra.
A confusão acontece porque a atividade sexual pode ser um fator de risco para o surgimento de um episódio de cistite, conhecido popularmente como “cistite de lua de mel”.
A relação entre o sexo e a cistite é mecânica, não infecciosa. Durante a relação sexual, o atrito pode facilitar o deslocamento de bactérias da região genital e perianal para a abertura da uretra. Depois de entrar na uretra, essas bactérias têm um caminho mais curto até a bexiga, onde podem iniciar uma infecção.
Isso não quer dizer que o parceiro ou parceira “transmitiu” a bactéria. O que acontece é que o ato sexual cria uma condição que permite que bactérias do próprio corpo cheguem a áreas onde não deveriam estar.
Como a cistite não é contagiosa, o parceiro sexual não precisa de tratamento. O uso de antibióticos, quando indicado, é feito apenas pela pessoa que está com a infecção ativa.
Os sinais da cistite são bem característicos e podem causar bastante desconforto. Assim, os sintomas costumam incluir:
Em pessoas idosas, os sintomas podem ser diferentes, como confusão mental, agitação ou febre sem causa aparente, o que exige atenção redobrada.
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A inflamação da bexiga pode não ser causada por infecção, embora essa seja a forma mais comum. Em alguns casos, existem outras causas que pedem abordagens diferentes de tratamento, como:
O diagnóstico certo ajuda a identificar a causa da inflamação e direciona o tratamento adequado para cada situação, evitando condutas que não vão fazer diferença.
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O diagnóstico da cistite geralmente se baseia nos sintomas clínicos relatados pelo paciente. O médico pode solicitar um exame de urina e uma urocultura com antibiograma para confirmar a presença de bactérias e identificar qual antibiótico é mais eficaz.
Já o tratamento do quadro bacteriano é feito com antibióticos prescritos por um profissional de saúde. É importante seguir o tratamento até o fim, mesmo com melhora dos sintomas antes do término, para garantir a eliminação completa da bactéria e evitar resistência.
Por fim, a hidratação com bastante água é uma medida complementar importante, pois ajuda a “lavar” o trato urinário, dilui a urina e contribui para a eliminação das bactérias.
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A adoção de alguns hábitos na rotina pode reduzir a frequência das infecções urinárias. A prevenção é a melhor forma de evitar o problema, então é importante:
Quando as infecções acontecem com frequência, a avaliação médica ajuda a identificar possíveis causas e orientar cuidados específicos para cada situação.
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Embora seja comum, a cistite precisa de atenção de um profissional da saúde. Uma infecção sem tratamento pode evoluir para pielonefrite, uma infecção nos rins que pode ser grave e exigir hospitalização.
Desse jeito, o paciente precisa procurar um médico se tiver sintomas de cistite, principalmente quando aparecem febre, calafrios, dor na lombar, náuseas ou vômitos. A automedicação não é indicada, já que o uso errado de antibióticos pode agravar o caso.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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