A colecistectomia é uma cirurgia para retirada da vesícula biliar, geralmente é indicada quando há pedras que causam dor abdominal e episódios de náuseas depois das refeições
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A colecistectomia é a cirurgia de retirada da vesícula biliar. No geral, o procedimento é o tratamento mais comum para pedras na vesícula, quadro chamado de colelitíase, e para a inflamação aguda do órgão, ou colecistite.
O fígado produz a bile e a vesícula a armazena. Esse líquido participa da digestão das gorduras e, quando existem pedras que bloqueiam a saída da bile, aparecem dores fortes no lado direito do abdômen, além de náuseas e vômitos.
Na maioria dos casos, os médicos fazem a cirurgia por videolaparoscopia, uma técnica que usa pequenos cortes na pele, diminui o tempo de internação e permite recuperação mais rápida do paciente.
Cirurgiões gerais são os médicos que podem acompanhar o diagnóstico e o tratamento de pessoas que têm problemas na vesícula. A Rede Américas conta com profissionais renomados atendendo em vários hospitais brasileiros.
A colecistectomia é a cirurgia para retirada completa da vesícula biliar, que é um pequeno órgão em formato de pera, localizado abaixo do fígado. Ela armazena a bile, um líquido produzido pelo fígado que ajuda na digestão das gorduras.
A cirurgia é indicada principalmente em casos de pedras na vesícula, chamados de cálculos biliares. No geral, o procedimento pode ser feito por cirurgia aberta ou por videolaparoscopia.
Quando aparecem problemas na vesícula, como a formação de cálculos, o órgão pode deixar de funcionar do jeito certo e causar dor forte, além de complicações que exigem tratamento cirúrgico.
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A decisão de tirar a vesícula biliar não acontece de forma aleatória, já que a indicação cirúrgica é definida pelo médico depois da avaliação do quadro clínico e de exames, como o ultrassom abdominal.
Nos casos de pedras na vesícula, a colecistectomia por videolaparoscopia é o tratamento mais usado. Porém, independente do método do procedimento, a cirurgia costuma ser indicada quando há:
A indicação da cirurgia tem como objetivo prevenir novas crises e evitar complicações, já que problemas na vesícula podem se repetir e causar dor frequente, além de prejudicar a digestão e levar a inflamações mais graves.
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Hoje, a retirada da vesícula biliar pode ser feita por duas técnicas mais conhecidas. No geral, a escolha do método depende do estado de saúde do paciente, da avaliação médica e da presença de possíveis complicações.
A colecistectomia por videolaparoscopia é a técnica mais usada na retirada da vesícula biliar. Nesse procedimento, o cirurgião faz de três a quatro pequenos cortes no abdômen, por onde são colocados uma câmera e instrumentos cirúrgicos finos.
A câmera envia imagens ampliadas para um monitor, o que permite visualizar a vesícula e as estruturas ao redor com mais precisão durante a retirada. A cirurgia costuma durar entre 45 minutos e uma hora e meia. Em comparação com a cirurgia aberta, essa técnica apresenta menor risco de complicações e menor impacto no corpo.
Na cirurgia aberta, é feito um corte maior no abdômen, geralmente de 10 a 15 centímetros, abaixo das costelas do lado direito. Esse acesso permite que o cirurgião veja e retire a vesícula de forma direta.
Esse tipo de técnica é mais usado em situações específicas, como inflamações muito intensas, histórico de várias cirurgias abdominais ou quando aparecem complicações durante uma videolaparoscopia. Em comparação com a cirurgia por vídeo, a técnica aberta costuma exigir mais tempo de internação e uma recuperação mais lenta.
Sendo assim:
A escolha da técnica cirúrgica segue critérios médicos depois da avaliação do paciente e dos exames, com foco em garantir segurança durante o procedimento e no período de recuperação.
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Antes da colecistectomia, o paciente passa por uma avaliação médica e por exames, como sangue e cardiológicos. Também é necessário seguir orientações de jejum e informar à equipe de saúde todos os remédios em uso naquele momento.
Depois da cirurgia, a recuperação começa ainda no hospital. Na videolaparoscopia, a alta costuma acontecer no mesmo dia ou no dia seguinte. Em casa, a recomendação é reduzir esforços físicos nas primeiras semanas e evitar levantar peso.
Já a alimentação é retomada aos poucos, começando por refeições com pouca gordura.
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Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a vesícula biliar não é essencial para a digestão. Depois da sua retirada, o fígado continua produzindo bile normalmente. A diferença é que esse líquido passa a ir direto para o intestino, sem ficar armazenado.
Nas primeiras semanas ou meses, o organismo se adapta a essa mudança. Algumas pessoas podem ter desconforto ou fezes mais amolecidas depois de refeições com muita gordura. Com o tempo, a maioria dos pacientes se ajusta e retoma a alimentação de antes.
A colecistectomia é considerada uma cirurgia segura e, na maioria dos casos, apresenta baixo risco de complicações. Ainda assim, como qualquer procedimento cirúrgico, pode envolver riscos, como infecção no local da incisão, sangramento e reações à anestesia.
Uma complicação mais rara é a lesão dos ductos biliares, estruturas responsáveis por conduzir a bile, mas a experiência da equipe médica ajuda a reduzir esse risco, então é importante que o paciente converse com o médico para tirar suas dúvidas.
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Depois da cirurgia, é importante que o paciente monitore a recuperação e busque orientação médica caso apareçam sinais de alerta. Nesse caso, a pessoa precisa procurar atendimento de urgência quando tem:
Quando o paciente segue todas as orientações médicas, tem mais chances de passar por uma boa recuperação, reduzindo o risco de complicações e favorecendo o retorno aos poucos às atividades diárias, com melhora dos sintomas que levaram ao procedimento.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui avaliação médica. Em caso de dúvidas, procure um especialista habilitado.
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